Presidente da Câmara decide revogar decisão que anulou sessão do impeachment
O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP), decidiu no final da noite desta segunda-feira (9) revogar a sua própria decisão de anular a sessão da Câmara que autorizou a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.
O recuo, confirmado pela assessoria de imprensa da Câmara, tem apenas quatro linhas, e já foi comunicado ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). Horas antes, Maranhão havia informado a sua decisão a deputados do PP, o seu partido.
“Revogo a decisão por mim proferida em 9 de maio de 2016, por meio da qual foram anuladas as sessões do plenário da Câmara dos Deputados ocorridas nos dias 15, 16 e 17 de abril de 2016, nas quais se deliberou sobre denúncia por crime de responsabilidade número 1 de 2015”, diz o texto de sua decisão.
A Folha de São Paulo publicou a imagem do ofício assinado por Waldir Maranhão que, após publicado, revoga sua decisão de anular a votação do impeachment na Câmara:
Com afastamento de Dilma, Sérgio Moro poderá pedir a prisão de Lula
O pedido de prisão do presidente Lula, pelo Ministério Público de São Paulo e acatado pela justiça de São Paulo, já está nas mãos do juiz Sérgio Moro.
Moro não tem como julgar ainda, porque há um processo no STF, onde o Supremo terá que definir se Lula pode ou não pode assumir a Casa Civil do governo Dilma Rousseff.
Mas, pelo andar da carruagem, na quarta-feira o Senado afastará a presidente.
E a partir daí, a ação no STF sobre a posse de Lula, perde o objeto, dando a Sérgio Moro o direito de julgar o pedido de prisão do ex-presidente.
Moro não tem como julgar ainda, porque há um processo no STF, onde o Supremo terá que definir se Lula pode ou não pode assumir a Casa Civil do governo Dilma Rousseff.
Mas, pelo andar da carruagem, na quarta-feira o Senado afastará a presidente.
E a partir daí, a ação no STF sobre a posse de Lula, perde o objeto, dando a Sérgio Moro o direito de julgar o pedido de prisão do ex-presidente.
Há duas semanas a Polícia Federal solicitou à carceragem de Curitiba, vagas para prováveis novas prisões em flagrante.
Por isso a PF transferiu 4 presos: os publicitários João Santana e Mônica Moura, o senador Gim Argello e o empresário Ronan Maria Pinto.
Por isso a PF transferiu 4 presos: os publicitários João Santana e Mônica Moura, o senador Gim Argello e o empresário Ronan Maria Pinto.

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