EX PREFEITO DE BARAUNA EM BUSCA DE UM VICE:
O ex prefeito de Baraúna José Araúja lança candidatura a prefeito da cidade e anda angariando apoios e em busca de um nome para vice em sua chapa, José Araújo está filiado hoje ao PP partido do ex deputado Betinho Rosado e também da ex governadora Rosalba Ciarlini, Araújo busca um nome para compor a chapa e esse nome deve sair de uma das duas maiores comunidades que integram o município que são Juremal ou Pico estreito, o nome desse blogueiro foi lembrado por Araújo para compor essa chapa, outros convites também foram realizados por José Araújo que diz está firme forte e confiante no povo de Baraúna para reconduzi-lo a prefeitura, aguardemos os fatos.
O plenário do Senado se reúne hoje a partir das 14 horas para a leitura do resultado da votação na Comissão Especial que recomendou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Depois de lido, o documento será publicado no Diário Oficial do Senado, e a partir da publicação serão contadas 48 horas para que seja votada em plenário.
Depois de lido, o documento será publicado no Diário Oficial do Senado, e a partir da publicação serão contadas 48 horas para que seja votada em plenário.
A votação será quarta-feira e se já tiver 41 votos, maioria simples, a presidente Dilma Rousseff será afastada.
Ex-ministro Guido Mantega é alvo de operação da Polícia Federal e levado para prestar esclarecimentos
Do G1
Ex-ministro Mantega é alvo de condução coercitiva na Zelotes
Camila Bomfim
Da TV Globo
Da TV Globo
O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi alvo de condução coercitiva (quando a pessoa é levada a depor e depois é liberada) na nova fase da Operação Zelotes, deflagrada nesta segunda-feira (9) pela Polícia Federal.
A condução de Mantega foi autorizada pela Justiça Federal. Investigadores da Zelotes querem apurar a ligação de Mantega com empresa que é suspeita de comprar decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), ligado ao Ministério da Fazenda.
Ainda segundo os investigadores, Mantega foi citado por suspeitos investigados na operação como amigo de um dos alvos da fase deflagrada nesta segunda-feira. A atua etapa da Zelotes tem como um dos principais alvos a empresa Cimento Penha, suspeita de comprar decisões do Carf.
Além da condução de Mantega, a PF deve cumprir cerca de 30 mandados, de busca e apreensão e de condução coercitiva, na atual fase da Zelotes. Agentes foram ao Distrito Federal e para os estados de Pernambuco e São Paulo.
Histórico
A Zelotes foi deflagrada há um ano, em março de 2015. Inicialmente, o alvo da operação era o esquema de fraudes nos julgamentos do Carf.
Segundo as apurações, conselheiros suspeitos de integrar o esquema criminoso passavam informações privilegiadas de dentro do Carf para escritórios de assessoria, consultoria ou advocacia.
Esses escritórios, de acordo com os investigadores, procuravam empresas multadas pela Receita Federal e prometiam controlar o resultado dos julgamentos de recursos. O esquema teria movimentado R$ 19 bilhões em irregularmente.
A PF diz que ficou “comprovado” que conselheiros e funcionários do órgão “defendiam interesses privados, em detrimento da União”, “valendo-se de informações privilegiadas”.
Segundo a PF, mesmo depois do início da operação, as investigações encontraram indícios de que os crimes continuaram a ser cometidos.
Num segundo momento, a Zelotes passou a apurar também um suposto esquema de venda de medidas provisórias. A PF descobriu que uma das empresas que atuava no órgão recebeu R$ 57 milhões de uma montadora de veículos entre 2009 e 2015 para aprovar emenda à MP 471 de 2009, que rendeu a essa montadora benefícios fiscais de R$ 879,5 milhões. Junto ao Carf, a montadora deixou de pagar R$ 266 milhões.
Em 4 de dezembro, 16 pessoas suspeitas se tornaram réus na Zelotes depois que a Justiça Federal aceitou denúncia do Ministério Público Federal no Distrito Federal.
A condução de Mantega foi autorizada pela Justiça Federal. Investigadores da Zelotes querem apurar a ligação de Mantega com empresa que é suspeita de comprar decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), ligado ao Ministério da Fazenda.
Ainda segundo os investigadores, Mantega foi citado por suspeitos investigados na operação como amigo de um dos alvos da fase deflagrada nesta segunda-feira. A atua etapa da Zelotes tem como um dos principais alvos a empresa Cimento Penha, suspeita de comprar decisões do Carf.
Além da condução de Mantega, a PF deve cumprir cerca de 30 mandados, de busca e apreensão e de condução coercitiva, na atual fase da Zelotes. Agentes foram ao Distrito Federal e para os estados de Pernambuco e São Paulo.
Histórico
A Zelotes foi deflagrada há um ano, em março de 2015. Inicialmente, o alvo da operação era o esquema de fraudes nos julgamentos do Carf.
Segundo as apurações, conselheiros suspeitos de integrar o esquema criminoso passavam informações privilegiadas de dentro do Carf para escritórios de assessoria, consultoria ou advocacia.
Esses escritórios, de acordo com os investigadores, procuravam empresas multadas pela Receita Federal e prometiam controlar o resultado dos julgamentos de recursos. O esquema teria movimentado R$ 19 bilhões em irregularmente.
A PF diz que ficou “comprovado” que conselheiros e funcionários do órgão “defendiam interesses privados, em detrimento da União”, “valendo-se de informações privilegiadas”.
Segundo a PF, mesmo depois do início da operação, as investigações encontraram indícios de que os crimes continuaram a ser cometidos.
Num segundo momento, a Zelotes passou a apurar também um suposto esquema de venda de medidas provisórias. A PF descobriu que uma das empresas que atuava no órgão recebeu R$ 57 milhões de uma montadora de veículos entre 2009 e 2015 para aprovar emenda à MP 471 de 2009, que rendeu a essa montadora benefícios fiscais de R$ 879,5 milhões. Junto ao Carf, a montadora deixou de pagar R$ 266 milhões.
Em 4 de dezembro, 16 pessoas suspeitas se tornaram réus na Zelotes depois que a Justiça Federal aceitou denúncia do Ministério Público Federal no Distrito Federal.
Ex-ministra Ellen Gracie não aceita participar do governo
De Mônica Bérgamo, na Folha:
Ellen Gracie recusa CGU; Alexandre de Moraes deve ir para a Justiça
A ex-ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Ellen Gracie recusou o convite do vice-presidente Michel Temer para assumir a CGU (Controladoria-Geral da União) caso ele assuma o governo, o que deve ocorrer nesta semana.
De acordo com interlocutores dela e do vice, Ellen se disse muito honrada mas argumentou que prefere seguir na carreira privada, onde atua como advogada e mediadora de conflitos.
Já o Ministério da Justiça deve mesmo ser comandado por Alexandre de Moraes, secretário da Segurança Pública de São Paulo, que desde antes do impeachment tem se reunido com Temer. Ele foi cotado, num primeiro momento, para a AGU (Advocacia-Geral da União). Hoje, o vice estaria propenso a nomeá-lo para o ministério.
Ligado ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Moraes é também amigo de Temer.
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