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segunda-feira, 28 de março de 2016

POLÍTICA:

Jório afirma que investigar o Cidade Junina é uma prerrogativa da Câmara

O presidente da Câmara Municipal Jório Nogueira (PSD) afirma que não será obstáculo a uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar o Mossoró Cidade Junina. O parlamentar entende que essa é uma das prerrogativas do legislativo.
Sobre as cobranças da oposição de que a casa deveria se manifestar sobre a “Operação Anarriê”, Jório disse que isso já foi feito através dos vereadores Genivan Vale (sem partido) e Tomáz Neto (PDT).

Oposição defende “CPI” para investigar Mossoró Cidade Junina

A oposição está tentando se articular para fazer passar uma Comissão Especial de Inquérito (CEI), a CPI dos legislativos municipais, para investigar os gastos do Mossoró Cidade Junina que sendo alvo da “Operação Anarriê”.
A possibilidade ainda é remota embora teoricamente a oposição tenha sete votos necessários. O problema é que setores da própria oposição não teriam interesse na devassa política como é o caso do vereador Francisco Carlos (PP) que é amigo pessoal de Gustavo Rosado, ex-secretário de cultura.
Quem levantou a possibilidade foi o vereador Tomaz Neto (PDT) que disse que defende há tempos essa iniciativa

Em Portugal, ministro Gilmar Mendes denuncia ‘corrupção generalizada’ no Brasil 

Do Correio do Povo, do RS:

Em Lisboa, Mendes denuncia “sistema de corrupção generalizada” no Brasil

Ministro participa de simpósio sobre Direito, em Portugal
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), denunciou neste domingo, em Lisboa, “um sistema de corrupção generalizada” no Brasil, em entrevista à agência de notícias portuguesa Lusa.
Em Portugal para um simpósio de Direito Constitucional, o ministro disse que há corrupção “certamente no que diz respeito ao financiamento de campanhas, basta ver as listas de quaisquer empresas”.
Nós tínhamos até recentemente, antes da decisão do Supremo, um sistema de financiamento privado: as empresas é que financiavam a política na sua substância. Mas é bem provável que esse sistema tenha sido bastante adensado, sofisticado, nesses últimos anos”, afirmou.
Gilmar Mendes contou que agora serão proibidas doações de empresas às campanhas, mas sublinhou que mesmo assim, poderá haver manipulação para as empresas continuarem a doar recursos para essas campanhas, por isso, defende uma reforma política.
O ministro está em Portugal para participar de um simpósio sobre Direito Constitucional, do qual participaria o vice-presidente, Michel Temer, que cancelou sua ida. 
O encontro tem sido apontado por alguns meios da imprensa brasileira como um momento de articulação das lideranças da oposição brasileira, algo que Gilmar Mendes recusa.
“Claro que não e seria até um tanto ingênuo pensar que, a partir de um seminário, se fosse estabelecer um novo governo. É que os nervos no Brasil estão um tanto quanto tensionados e propiciam este tipo de historieta. A rigor, isso é um despropósito”, disse. “Esta história é de um ‘non sense’ completo. Se se tratasse de conspiração seria melhor fazê-lo no Brasil e não aqui.”
O evento ocorre enter os dias 29 e 31 de março.

PMDB quer assumir logo o governo antes que TSE casse a chapa completa

É a lógica do PMDB: Michel Temer tem que assumir logo a presidência da República antes que chegue o segundo semestre e a chapa completa, eleita em 2014 – ele e Dilma – seja cassada pelo TSE.
E o governo Temer já está sendo montado:
A locomotiva será o tucano José Serra, apontado nos bastidores do PMDB/PSDB como ministro do Planejamento.
Um plano para estancar a sangria do país já foi concluído.
Um projeto para barrar a reeleição já foi acertado, aliás, condição para o PSDB se aliar.
Então fica acertado assim:
Temer será o presidente político..
E Serra o presidente administrativo, candidato a presidente de fato em 2018.
O grupo só não acertou o que fará com a (ex) presidente Dilma, o ex-presidente Lula, a militância petista….
Também não combinou como a Lava Jato vai abafar os nomes dos peemedebistas e tucanos, que aparecem cada vez mais.
Pelos planos do ‘governo Temer’, o Brasil será uma calmaria só após o impeachment de Dilma.

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