PREÇO DO COMBUSTÍVEL NÃO SERÁ MAIS CONTROLADO, SINALIZA MINISTRO.
Segundo Joaquim Levy, o governo não deve mais utilizar a Petrobras para controlar a inflação.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sinalizou, durante café da manhã com jornalista na manhã desta terça-feira (13/01), que o governo não deve mais utilizar a Petrobras para controlar a inflação. Durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff, o governo segurou o preço dos combustíveis na tentativa de manter a carestia abaixo do teto da meta, o que deixou um rombo na estatal. “Cada vez mais a Petrobras vai tomar decisões de peso segundo avaliação empresarial dela”, afirmou.
Levy foi reticente em relação à ocupação da presidência do conselho da Petrobras. “Não tenho discutido isso até agora. Não estou ciente de nenhuma convocação de assembleia até agora”, desconversou. No café da manhã, o ministro e os secretários se apresentaram e reafirmaram o objetivo de realizar forte ajuste fiscal com o menor impacto social possível. “Estamos nos organizando para retomada do investimento. Temos que acertar alguns ponteiros e acho que as pessoas entendem isso”, disse. Ele fez ainda uma analogia ao futebol. “Quem assiste futebol sabe disso. Quando está no zero a zero meio difícil de sair, o time dá uma arrumada no começo do segundo tempo para sair do zero a zero”, completou.
Além disso, o novo secretário do Tesouro, Marcelo Barbosa Saintive, frizou a necessidade de transparência. A equipe econômica anterior sofreu abalos na credibilidade após se utilizar de manobras e contabilidade criativa na apresentação dos resultados. “A gente gosta de previsibilidade”, disse. Saintive afirmou ainda que não haverá mais atrasos nos repasses a bancos públicos e pagamento de benefícios. “As despesas obrigatórias devem e serão pagas”, completou.
Fonte: Bárbara Nascimento/http://www.correiobraziliense.com.br/
REPRESENTANTE DO MEC: GOVERNO VAI LIBERAR RECURSOS PARA ESTADOS E MUNICÍPIOS PAGAR PISO DOS PROFESSORES.
A presidente Dilma Rousseff vai ajudar e liberar recursos aos Estados e municípios para que paguem o piso salarial dos professores, que aumentou de R$ 1,6 mil para R$ 1,9 mil mensais, informou o secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do Ministério da Educação (MEC), Binho Marques, que estava no último final de semana em Teresina, e concedeu entrevista ao Jornal Meio Norte.
Ele afirmou que a presidente Dilma Rousseff já faz complementação para os Estados e municípios com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino Básico e Valorização do Magistério (Fundeb), mas também terá reforço dos recursos do pré-sal, dos quais 75% são destinados à Educação.
“O crescimento salarial tem sido bem acima da inflação e esse é o objetivo para que os salários dos professores estão bastante defasados e o índice de valorização do piso se baseia no valor do aluno ao ano. Esse valor é acima da inflação. Por esse motivo é que os Estados e municípios estão com dificuldades de pagar. O Piauí, no entanto, está pagando, e com isso, a gente tem no Brasil situações bastantes diversificadas. Nós temos lugares pobres que pagam e lugares ricos que pagam. Então, a gente que atuar na melhoria da gestão e mais recursos. O aumento de recursos que a presidente Dilma destinou dos recursos do pré-sal, 75%, foi para a educação. Isso foi uma decisão dela e isso vai contribuir com recursos novos para a educação, mas é preciso também melhorar a gestão. Não se pode melhorar os salários dos professores se você tiver um desequilíbrio entre o número de professores e o número de alunos, que é o que acontece no Piauí e certamente é o que está acontecendo nos municípios do interior do Estado”, declarou Binho Marques.
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Fonte: http://www.janeayresouto.com.br/

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