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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

GIRO DE NOTÍCIAS:

TRE/RN DEFINE JUÍZES AUXILIARES DA PROPAGANDA ELEITORAL PARA 2014.

Dois juízes - um deles federal - e um advogado serão nomeados pelo presidente do Tribunal para reforçar trabalho nas eleições.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte definiu quem serão os juízes auxiliares da propaganda eleitoral nas eleições de 2014.
Foram indicados pelo presidente do TRE, desembargador Amilcar Maia, o juiz Federal Marco Bruno Miranda, o juiz Alceu José Cicco e o advogado Luiz Gustavo Smith.
O trabalho dos três será de analisar representação, reclamação, e pedido de direito de resposta que tenham a ver com a propaganda eleitoral no próximo ano.
A portaria que nomeia os juízes auxiliares será publicada no Diário da Justiça Eletrônico na segunda-feira (25).
Fonte: David Freire/Portal No Ar
 
 
 

NOVO JUIZ DOS MENSALEIROS É FILHO DE EX-DEPUTADO DO PSDB.

O juiz que ficará responsável pela execução penal dos condenados do mensalão, Bruno André da Silva Ribeiro, tem 34 anos e é filho de Raimundo Ribeiro, que foi deputado distrital em Brasília pelo PSDB.
Bruno assume as funções, como informa o repórter Severino Motta, na Folha, em substituição ao juiz titular da Vara de Execuções Penais de Brasília, Ademar Silva de Vasconcelos, que se desentendeu com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. Detalhes no post abaixo.
O juiz Bruno Ribeiro estava em férias desde o final do mês de outubro. Ele retornaria ao trabalho no dia 21 de novembro, mas antecipou a volta para assumir o processo de execução penal de mensaleiros condenados. Foi com ele que Joaquim Barbosa tratou no dia 14 de novembro da prisão dos primeiros sentenciados –até porque nessa data o presidente do STF tentou contato com Ademar Vasconcelos, mas não o encontrou.
Raimundo Ribeiro, pai do juiz Bruno, nasceu em Piracuruca, no Piauí. Fez carreira na política de Brasília, onde se elegeu deputado distrital em 2006 (com 8.303 votos), pelo nanico PSL, e em 2010 (com 12.794 votos), pelo PSDB. No momento, não exerce o mandato porque sua posse ficou pendente por causa de um outro candidato que conseguiu a vaga por meio de decisão judicial.
Ribeiro foi durante quase um ano (de janeiro a outubro de 2007) secretário de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania de Brasília, na gestão do governador José Roberto Arruda (ex-PSDB e ex-DEM), que perdeu o mandato durante um escândalo de recebimento de propinas que ficou conhecido como “mensalão do DEM''.
Fonte: Fernando Rodrigues/UOL
 
 
 
 

CANDIDATO TERIA QUE VIR DO PMDB, NA OPOSIÇÃO.

Embora rompido com o Governo Rosalba Ciarlini, o presidente estadual do Partido da República no Rio Grande do Norte, o deputado federal João Maia, não traz restrição a coligação com o Democratas. João Maia considera legítima a candidatura própria ao Governo defendida pelo PMDB, mas demonstra desconforto pelo vácuo dos peemedebistas, que ainda não indicaram o postulante ao Governo. “Ele (o PMDB) julga que tem força e tem, na minha opinião, de ter a cabeça de chapa, mas a gente tem que ter o projeto para o Rio Grande do Norte e saber quem é essa cabeça de chapa”, avalia. João Maia nega a postulação ao Executivo estadual, mas sinaliza com uma candidatura a vice-governador, embora pondere que é uma pessoa “de grupo”.
O presidente estadual do PR defende a manutenção da aliança entre os líderes, como o deputado estadual Ricardo Motta (PROS), ministro Garibaldi Filho (PMDB), deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB) e o senador José Agripino Maia (DEM). “Se a gente puder sentar e discutir o futuro de 2014 eu prefiro. Se não, vou discutir eu e o PMDB. Porque eu e o PMDB a gente tem uma relação política que vem da eleição passada”, analisou. Logo após o PR realizar encontro para anunciar o rompimento com o Governo Rosalba Ciarlini, fato que ocorreu na última sexta-feira, o deputado federal João Maia concedeu a seguinte entrevista para TRIBUNA DO NORTE:
Fonte: Anna Ruth Dantas/Tribuna do Norte
Foto: Joana Lima
 
 

PRODUÇÃO DE INÁCIO GARAPA ANUNCIA PRESENÇA NO ELENCO DE ATOR DA REDE GLOBO.

Depois de gravar cenas com os atores potiguares Guaraci Gabriel e Silbene Sil, a produção do filme “Inácio Garapa, Um Matuto Sonhador III, A Origem”, anuncia a participação na trama do ator da Rede Globo de Televisão Marcos Holanda.
Iniciou a carreira em 1989. Mais de vinte peças de teatro. Na TV participou das novelas: Kubanacan, Bang bang, Belíssima, Cobras e lagartos, Pé na jaca, Duas caras, Beleza Pura, Malhação, Negocio da China, Paraíso e Caminho das índias. Poder paralelo e Bicho do mato na TV Record. Dos seriados: Carga pesada, a diarista, Linha direta, Correndo atrás, Zorra total e Os Caras de Pau. No Cinema participou do filme “Assalto ao banco Central”.
Atualmente Marcos está fazendo participações no Domingão do Faustão.
“Participar do filme Inácio Garapa é um prazer. Gosto da criatividade do cinema independente que está acontecendo em todo Brasil, principalmente no nordeste. O filme Inácio Garapa é um sucesso junto ao povão”, disse.
Marcos Holanda chegará à região no dia 20 de dezembro próximo, onde vai rever parentes e realizar as gravações. O ator não cobrará cachê por sua participação. “Será um prazer em ajudar a cultura, principalmente quando ela é feita por pessoas que fazem com amor, sem pensar no lucro”, finalizou.
 
 

ESPECIALISTAS AFIRMAM QUE REDES SOCIAIS SERÃO O "CAMPO DE BATALHA NAS ELEIÇÕES DE 2014".

As redes sociais serão o diferencial da campanha eleitoral de 2014. E a presidente Dilma Rousseff está atenta. Nesta semana, a presidente lançou a página do Palácio do Planalto no Facebook. Outro exemplo é que, em setembro, Dilma retomou a utilização do seu microblog – esquecido desde dezembro de 2010. “A presidente está usando a principal vantagem de quem está no poder – comunicar seus feitos para a população”, avalia o especialista em marketing, Gabriel Rossi.
O especialista avalia que o Facebook é uma ferramenta chave neste processo por dois motivos. “Primeiro: cada vez mais internautas estão utilizando esta rede social como uma internet dentro da internet, ou seja, realizam boa parte das atividades virtuais lá dentro. E, em segundo lugar, diferente do Twitter, o Facebook permite uma interação mais aprofundada, de estreitamento de laços e discussão de ideias.”
No entanto, Rossi alerta que há riscos que devem ser considerados. O maior legado das manifestações do meio do ano foi deixar o eleitor ainda mais inquisitivo, cínico e cético em relação à classe política. “Este perfil demonstra que não basta estar no Facebook. É necessário entender o comportamento do eleitor, manter o diálogo com ele e humanizar esta relação. A grande verdade é que as equipes de marketing dos políticos brasileiros ainda menosprezam as redes sociais e não atuam com profissionalismo.”
Fonte: Anna Ruth Dantas/Panorama Político
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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