TERMINA NESTA SEGUNDA PRAZO PARA MATRÍCULA DE SELECIONADOS EM SEGUNDA CHAMADA DO PROUNI.
Esta segunda-feira (22) é o último dia para os candidatos
pré-selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos
(ProUni) comprovarem as informações prestadas no momento da inscrição e
providenciarem a matrícula na instituição de educação superior. Em
alguns casos, há seleção própria da faculdade ou universidade. A lista
dos pré-selecionados foi divulgada no último dia 16 e pode ser
consultada no site do ProUni. Também no site é possível ver a
documentação necessária. Caso perca o prazo ou não comprove as
informações necessárias, o estudante será reprovado.
Os candidatos que ficaram de fora das duas chamadas e pretendem integrar
a lista de espera terão de fazer a adesão pela internet, de 26 a 29 de
julho. A lista será usada pelas instituições de ensino para convocação
dos candidatos, caso sobrem bolsas.
O ProUni oferece bolsas em instituições particulares de ensino superior.
Nesta edição, são oferecidas 90.045 bolsas – dessas, 55.693 são
integrais e 34.352, parciais, no valor de 50% da mensalidade. As bolsas
integrais do ProUni são para os estudantes com renda bruta familiar, por
pessoa, de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais são
destinadas aos candidatos com renda bruta familiar de até três salários
mínimos por pessoa. Nesta edição do programa, 436.941 candidatos fizeram
a inscrição.
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA ENTRA NA JUSTIÇA CONTRA O "MAIS MÉDICOS".
CFM pede que, até decisão definitiva, Conselhos Regionais não sejam obrigados a fazer registro provisório de estrangeiros.
Conselho chamou edição da Medida Provisória que cria o programa de "oportunista".
O Conselho Federal de Medicina (CFM) entrou com uma ação civil pública
contra a União para suspender o programa "Mais Médicos". O Conselho
questiona a possibilidade de trazer médicos formados no exterior sem
passar pela revalidação do diploma e sem a comprovação do domínio da
língua portuguesa. O CFM prometeu para os próximos dias novas ações
judiciais atacando outros pontos do programa.
A ação foi proposta na sexta-feira na Justiça Federal. O CFM pede que,
até uma decisão definitiva da Justiça, os Conselhos Regionais de
Medicina (CRMs) não sejam obrigados a fazer o registro provisório dos
médicos formados no exterior inscritos no Mais Médicos. Para conseguir o
registro, defende o CFM, é preciso comprovar a revalidação do diploma e
apresentar certificado CELPE/BRAS, atestando que os estrangeiros têm
domínio da língua portuguesa. Segundo o CFM, caso isso não seja feita,
haverá riscos à saúde da população.
O CFM entende que a medida provisória (MP) publicada em 9 de julho
instituindo o Mais Médicos é oportunista, uma vez que "se aproveita do
clamor público oriundo das ruas para editar uma legislação simplesmente
populista". Diz ainda que "o ingresso de médicos estrangeiros no
território brasileiro para serem ‘jogados’ nos mais longínquos rincões
ou mesmo nas periferias das regiões metropolitanas sem nenhum controle
de sua capacidade técnica é uma atitude, no mínimo, temerária, para não
dizer criminosa”. Aponta, ainda, para o risco de problemas de
comunicação entre pacientes e médicos.
Além do CFM, outras entidades médicas brasileiras, como a Federação
Nacional dos Médicos (Fenam) e a Associação Médica Brasileira (AMB),
fazem forte oposição ao Mais Médicos.
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