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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

CORPO DE COBRADOR MOSSOROENSE DESAPARECIDO É ENCONTRADO NO CEARÁ.

O MISTÉRIO FOI DESVENDADO:
Corpo de cobrador mossoroense é encontrado em matagal de Ibaretama – CE



Gulamar

Corpo de cobrador mossoroense é encontrado em matagal de Ibaretama – CE

O corpo do cobrador mossoroense Gulamar Targino de Oliveira, de 46 anos, foi encontrado enterrado em um matagal na Zona Rural de Ibaretama, próximo a Quixadá, no Ceará. Gulamar trabalhava como cobrador de crediário e estava desaparecido desde sábado, 05 de agosto. A polícia prendeu um homem e identificou outro suspeito de participação no assassinato do mossoroense.
Moradores encontraram o corpo e acionaram a polícia. Quando percebeu a chegada dos policiais, Marcílio de Melo tentou fugir e foi capturado. Na moto dele, os PMs encontraram peças da moto que foi roubada de Gulamar, como aros e pneus. O criminoso assassinou o cobrador mossoroense para roubar a moto e não pagar a dívida que possuía com o crediário.
Segundo a Polícia Civil, há ainda outro suspeito de participar do crime, identificado apenas como Joel, que está sendo procurado. Os investigadores suspeitam que uma terceira pessoa também tenha se envolvido no assassinato.


Marcílio de Melo assassinou o mossoroense para roubar a moto e não pagar a dívida que possuía com o crediário.
Marcílio de Melo assassinou o mossoroense para roubar a moto e não pagar a dívida que possuía com o crediário (Foto: Revista Central). (FONTE O MOSSOROENSE)



POLÍTICA:

Reforma política: O que é o Distritão?

Das mudanças que poderão ocorrer, caso a Câmara e o Senado aprovem o que a Comissão Especial da reforma política já começou a aprovar, o Distritão tem causado polêmica.
Principalmente entre os políticos de poucos votos, que costumam juntar gente para garantir uma vaga nas Câmaras Federal e Municipais e nas Assembleias Legislativas.
Entenda o que é o Distritão
Do G1
COMO É HOJE
Proporcional com lista aberta
Como funciona o sistema
O eleitor vota no partido ou no candidato.
Os partidos podem se juntar em coligações.
O sistema permite o voto no partido e não somente no candidato.
É calculado o quociente eleitoral, que leva em conta os votos válidos no candidato e no partido.
Pelo cálculo do quociente, é definido o número de vagas que cada coligação ou partido terá direito.
São eleitos os mais votados das coligações ou partidos.
Efeitos de tipo de votação
“Puxadores de votos”, candidatos com votação expressiva, garantem vagas para outros integrantes da coligação.
Exemplo de “puxador de voto”: em 2010, o humorista Tiririca (PR-SP) recebeu 1.353.820 votos, o que beneficiou candidatos de sua coligação. 
O último eleito da coligação, Vanderlei Siraque (PT), e o penúltimo, Delegado Protógenes (PC do B), obtiveram cerca de 90 mil votos cada um. 
Candidatos de outras coligações que obtiveram votações superiores ficaram de fora.
O sistema permite que as coligações e partidos levem para as casas legislativas candidatos com votações expressivas e também outros não tão conhecidos.
A renovação do Legislativo tende a ser maior, porque os votos na legenda e nos “puxadores de voto” ajudam a eleger candidatos menos conhecidos.
O foco de muitas campanhas se concentra nas propostas dos partidos, e não em candidatos individuais.
COMO PODE FICAR
Distritão
Como funciona o sistema
Cada estado ou município vira um distrito eleitoral.
São eleitos os candidatos mais votados.
Não são levados em conta os votos para o partido ou a coligação.
O que muda na prática
Torna-se uma eleição majoritária, como já acontece na escolha de presidente da República, governador, prefeito e senador.
Possíveis efeitos
O modelo acaba com os “puxadores de votos”, candidatos com votação expressiva que garantem vagas para outros integrantes da coligação cuja votação é inexpressiva.
O foco das campanhas tende a passar para os candidatos, fazendo com que os programas dos partidos e das coligações percam espaço.
Com o favorecimento das campanhas individuais, candidatos com mais recursos podem ser beneficiados.
Pode favorecer os candidatos mais conhecidos, como celebridades ou parlamentares que tentam a reeleição, o que tornaria mais difícil a renovação.


Temer terá dificuldades para pagar aos deputados que comprou

E por falar em farra com dinheiro público, ao que parece, Michel Temer (PMDB) não vai conseguir pagar a conta aos politicos que comprou para se livrar de ser investigado….
De Lydia Medeiros, no Globo:



Classe política continua querendo passar a mão no dinheiro público para financiar campanhas

Sem Petrobras, navios-sonda, Fundo de Investimento da Caixa, Furnas, estádios e aeroportos para raspar o tacho, a classe política agora quer praticar assalto à luz do dia, com testemunhas e registro nas contas do governo.
Para o financiamento de campanhas, que motivou a lava jato, continuar sendo uma grande farra com o dinheiro dos outros.
Do Globo de hoje:

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