Total de visualizações de página

visitantes on line

FAÇA SUA PESQUISA:

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

CONCORDO COM BRUNO BARRETO:

E DIGO MAIS SE DEPENDER DE ROBSON E O POVO NÃO FIZER NADA A UERN VAI SER PRIVATIZADA SIM, O HOMEM É RUIM PRA MOSSORÓ E BARAÚNA, CHEGA A SER PIOR QUE MICARLA PRA NATAL E SILVEIRA PRA MOSSORÓ, EITA GOVERNADOR RUIM, AFF.....

Cuidado UERN, cuidado!

cuidado-uern
Nas palavras do presidente da Associação dos Docentes da UERN, Lemuel Rodrigues, a audiência pública da última quinta-feira serviria para sepultar de vez qualquer possibilidade de a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte ser privatizada.
Para mim as barbas precisam ficar de molho. Não há segurança de nada enquanto Robinson Faria (PSD) for governador. Ele não nutre qualquer simpatia pela universidade e a elegeu como culpada pela crise do Estado.
As declarações dele se posicionando contra a ideia defendida pelo presidente do Tribunal de Justiça, Cláudio Santos, são palavras ao vento. Tanto que o próprio magistrado chegou a dizer que a maioria dos técnicos do governo defendem a ideia e o governador não desautorizou seus auxiliares.
Outro ponto: na audiência Robinson Faria não foi. A secretária de educação, Cláudia Santa Rosa mandou a adjunta Mônica Guimarães que se limitou a dizer que o governador é contra a proposta.
reuniao-com-estudantes-fot-ivanizio-ramos5
Na sexta-feira, Robinson recebeu pessoalmente os estudantes para negociar o fim das ocupações das escolas da rede estadual de ensino. Desde o início dessa polêmica ele sequer recebeu uma comitiva da UERN. Não há interesse em manter qualquer proximidade com a instituição de ensino superior.
Somente os deputados estaduais Fernando Mineiro (PT) e Souza Neto (PHS) foram incisivos em se posicionarem contra a ideia. Por mais que tenhamos 15 assinaturas de parlamentares em manifesto que será entregue ao governador, há motivos para desconfiar da palavra dessa  turma. O presidente Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), por exemplo, nunca fez uma manifestação pública.
No site da Assembleia Legislativa a notícia foi colocada em posição secundária e logo saiu da página principal. O texto não traz qualquer declaração da representante do governo.
São nesses pequenos detalhes que é possível perceber que a luta em defesa da UERN não pode parar. A universidade carece de união interna para poder superar a rejeição da elite política da capital.

Mossoró pode ter vereadores que tiveram menos de 300 votos



loba
Loba da Cobal pode se tornar vereadora
Há um nó no atual quadro de suplentes do PMDB realtivo as eleições de 2012. A sucessão de Izabel Montenegro e Claudionor dos Santos.
É que Zé Peixeiro teria perdido a condição de suplente por ter mudado de partido antes da janela partidária e Laurinho Rosado não teria prestado contas.
Como Aluízio Feitosa (PDT), Benjamim Machado (PR) e Daniel Gomes (PSD) além de terem mudado de partido na janela também estão impedidos de assumir por serem condenados as vagas cairiam no colo de dois candidatos que tiveram menos de 300 votos há quatro anos.
Outros suplentes também deixaram a sigla. Por isso quem estaria apto a assumir a vaga seria Chico Sales do Psiu e Loba da Cobal que tiveram 275 e 229 votos.
Isso tudo, claro, dependerá da interpretação que a Justiça Eleitoral dará a sucessão em caso de afastamento.

Quem pode assumir caso vereadores condenados sejam realmente afastados

09c61aa3-1da0-4ab4-9ac3-0d7905a0a14b
Desde que o Blog do Barreto noticiou em primeira mão que o juiz Cláudio Mendes Junior decretou o afastamento dos vereadores condenados em decorrência da Operação Sal Grosso (vem AQUI) que uma pergunta não para de ser feita: “quem assume?”.
Primeiro é preciso entender que hoje existem duas realidades: uma até 31 de dezembro e outra a partir de 1º de janeiro.
Vereador condenado Substituto até 31 de dezembroSubstituto a partir de 1º de janeiro
Claudionor dos SantosLaurinho RosadoClaudionor não foi reeleito
Izabel MontenegroZé PeixeiroGenivan Vale
Manoel BezerraArlene SousaMimiu
Também é preciso lembrar que por um erro de informação o magistrado não decretou a perda da função pública de Manoel Bezerra (PRTB), que foi reeleito. Mas a solução para isso é simples: o Ministério Público entra com um recurso chamado embargos de declaração (que visa, dentre outras coisas, corrigir contradições de uma sentença) e Manoel terá a mesma pena de Izabel Montenegro (PMDB) e Claudionor dos Santos (PEN).
Os vereadores podem reverter os afastamentos por meio de liminares.

Em nova condenação da Operação Sal Grosso, juiz decreta perda de mandato de vereadores

izabel-montenegro-500x330 claudionor-dos-santos-foto-walmir-alves
O juiz da 3ª Vara Criminal Cláudio Mendes Junior em novo julgamento de processos decorrentes da Operação Sal Grosso decretou as perdas dos mandatos eletivos dos vereadores Claudionor dos Santos (PEN) e Izabel Montenegro (PMDB), esta última reeleita. A sentença de 7 de novembro de 2016 é relativa aos empréstimos consignados realizados sem o devido desconto nos contracheques.
Alegando desconhecer que o vereador Manoel Bezerra de Maria (PRTB), que foi reeleito, ocupe cargo público ele não decretou a perda de mandato. Esse dado certamente será reparado na decisão quando o magistrado se der conta do equívoco.
junior-escossia
Na sentença ele ainda decretou também a perda do cargo de auditor fiscal do município do ex-presidente da Câmara Municipal Junior Escóssia, que está afastado da política há oito anos. Ele ainda foi condenado “a seis anos e quatro meses de reclusão e mais trinta e um dias-multa no valor de dois salários mínimos cada, portanto superior a
04 anos”.
Ele alegou em todos os casos falta de comprometimento ético para aplicar.
Izabel, Manoel Bezerra e Claudionor dos Santos também tiveram mantidas as condenações a cinco anos e quatro meses de reclusão e vinte e seis dias multa no valor de dois salários mínimos cada. A mesma pena foi aplicada aos ex-vereadores Osnildo Morais (PHS), Gilvanda Peixoto, Aluízio Feitosa (PTD), Benjamim Machado (PR) e Daniel Gomes (PSD). Destes cinco apenas Gilvanda não tentou retornar à casa legislativa este ano.
O magistrado decidiu que todos poderão recorrer em liberdade.
Operação
A Operação Sal Grosso foi realizada em 14 de novembro de 2007 pelo Ministério Público com o objetivo de apurar irregularidades no pagamento de diárias, empréstimos consignados e uso de verbas de gabinete.
Essa é a terceira vez que o juiz Cláudio Mendes aplica a mesma sentença para os condenados sendo desta vez com o acrescimento da decretação da perda dos cargos públicos.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

SUA OPINIÃO VAI SIM AJUDAR A MELHORAR ESSE VEICULO DE COMUNICAÇÃO, AGRADESSE: GELCIONE SILVA