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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

RESULTADO DE ENQUETE DESTE BLOG:

DURANTE 10 DIAS DO MÊS DE AGOSTO ESSE BLOG SEDIOU UMA ENQUETE COM A SEGUINTE PERGUNTA: QUAL DESTES É O SEU PREFERIDO PARA PREFEITO EM 2016:
VEJAM RESULTADO DOS LEITORES INTERNAUTAS DESTE BLOG:
DIVANIZE OLIVEIRA OBTEVE 84% DOS VOTOS DO INTERNAUTAS,
SALDANHA NÃO FOI PONTUADO NA ENQUETE,
LUCIA NASCIMENTO OBTEVE 13% DOS VOTOS DOS INTERNAUTAS E 1% OPTOU POR NENHUM DOS NOMES CITADOS.

NOTA DO BLOG:
SE O RESULTADO SE CONFIRMAR   NAS URNAS DIVANIZE VAI SER ELEITA COM UMA MAIORIA ESMAGADORA, É CLARO QUE ENQUETES NA INTERNET NÃO SÃO MUITO CONFIÁVEIS MAIS NAS DUAS ULTIMAS ELEIÇÕES AS ENQUETES FEITA POR ESSE BLOG SE CONFIRMARAM NAS URNAS, POR EXEMPLO COM ALDIVON NASCIMENTO EM 2008 OS RESULTADOS DE 5 ENQUETES DESTE BLOG SE REPETIRAM NAS URNAS, EM 2012 TODAS AS ENQUETES DESTE BLOG DAVAM UMA VITÓRIA APERTADA A ISOARES MARTINS E SE REPETIRAM NAS URNAS ATE COM A MESMA MARGEM DE ERRO, ESSA É A PRIMEIRA ENQUE DE MUITAS QUE VAMOS LANÇAR NESTE BLOG PARA AUXILIAR E INFORMAR OS ELEITORAS DAS TENDENCIAS DAS ELEIÇÕES DESTE ANO, OBRIGADO A CADA LEITOR QUE DEPOSITA NESTE BLOG SUA CONFIANÇA.

GIRO PELA REGIÃO:


Genivan cobra contrato com empresário que prometeu doar R$ 15 milhões para Santuário de Santa Luzia


Através de requerimento, o vereador Genivan Vale (PDT) solicitou mais uma vez ao Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Agricultura e Turismo, Renato Fernandes, uma cópia do contrato ou termo de doação dos R$ 15 milhões para construção do Complexo Turístico Santa Luzia. A solicitação teve voto favorável de todos os parlamentares presentes na sessão ordinária desta quarta-feira, 10, na Câmara Municipal de Mossoró (CMM).
Este é o segundo requerimento do vereador pedindo o documento. “Solicitamos o termo de doação dos R$ 15 milhões no dia 28 de junho, antes do recesso parlamentar, e até o momento não obtivemos resposta. É lamentável que a Prefeitura não dê a devida atenção aos requerimentos feitos por esta Casa”, diz o vereador. Ele pede que junto com o requerimento seja encaminhado ao Secretário um ofício repreendendo a indelicadeza cometida pelo Executivo em não dar resposta ao documento encaminhado pela CMM.
Conforme a Prefeitura Municipal de Mossoró, os recursos necessários para a construção do complexo turístico Santa Luzia foram doados por uma única pessoa, o empresário pernambucano Antônio Pacheco. No entanto, até o momento não se tem conhecimento sobre esse termo de doação.
“É um direito da sociedade saber como será feita a doação, de que forma os recursos serão aplicados, o planejamento de execução das obras, entre outros. Não compreendemos a dificuldade de encaminhar o termo de doação”, frisa o parlamentar.
Genivan Vale lembra que a empresa ETRS Estudos Ambientais, que fará o aporte financeiro para edificação do Complexo Turístico Religioso de Santa Luzia, tem capital social de R$ 100 mil, ou seja, menos de 1% do valor que será doado para o santuário.
(DO BLOG DO BARRETO)
Segunda-Feira - 15/08/2016 - 07:42h

  • Repet
Domingo - 14/08/2016 - 06:19h
Eleições municipais

Dívida e rigor fiscal afastam parlamentares de disputas

Do Congresso em Foco
O elevado endividamento das prefeituras e o constante risco de descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Estas são as principais razões apontadas por deputados e senadores para justificar diminuição do interesse de parlamentares pelas eleições municipais deste ano. No pleito de outubro, 73 deputados e apenas dois senadores decidiram disputar aos cargos de prefeito e vice-prefeito de capitais e municípios do interior, uma redução de 32% e comparação com o grupo que concorreu em 2012.
Levantamento feito pelo Congresso em Foco mostra que os três partidos com as maiores bancadas no Legislativo são os mais interessados nos executivos municipais. O PSDB escolheu 10 deputados nas convenções municipais da semana passada para o cargo majoritário e um aceitou a vaga de vice, a de Bruno Covas, em São Paulo. O PMDB vem em seguida, com 10 nomes, e o PT, com nove (veja o quadro).
O maior interesse dos deputados é pelas eleições nas capitais. Nestes centros existe a maior concentração de eleitores do Estado e o prestígio do prefeito é equivalente ou maior do que deputados ou senadores. Além disso, se eleitos nestes municípios, os parlamentares poderão usar a gestão como trampolim para uma candidatura ao governo estadual em 2018. Rio de Janeiro, São Paulo e Manaus são as capitais que despertam maior interesse dos parlamentares, como mostra a tabela.
Bem-avaliado
Para administrar o Rio, cidade que tem 4,8 milhões de eleitores, o segundo colégio eleitoral municipal, os cariocas terão um cardápio com cinco deputados, além do senador Marcelo Crivella (PRB). Com a maior população urbana da América Latina, os 8,8 milhões de eleitores paulistanos vão escolher o novo gestor entre quatro deputados e a senadora Marta Suplicy, que já foi prefeita pelo PT e disputa agora pelo PMDB. O petista Fernando Haddad concorre à reeleição.
Em Manaus cinco deputados querem gerir a cidade onde funciona a Zona Franca. Vão tentar vencer o bem-avaliado prefeito Arthur Virgilio (PSDB), que concorre à reeleição. Virgílio já foi deputado, senador, ministro e decidiu cuidar de assuntos locais. Em Belo Horizonte quatro deputados federais e um estadual disputam o posto que Marcio Lacerda, do PSB, ocupa por dois mandatos e não pode mais concorrer. A capital mineira tem 1,9 milhões de eleitores e é uma boa vitrine para quem sonha com postos mais poderosos. “Deixar de ser deputado para virar prefeito de capital sempre vale a pena por causa do prestígio político”, diz o deputado Julio Cezar (PSD-PI), coordenador da Frente Parlamentar Municipalista.
Julio Cezar lembra que trocar o Legislativo – em que o deputado ou senador só se responsabiliza pela gestão das finanças do próprio gabinete e tem direito a frequentes discursos com transmissão ao vivo pela TV –  pela administração das cidades pode ser perigoso. O deputado já foi prefeito de Guadalupe no final de década de 1970 e alerta para os riscos impostos pelos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, que deixa os prefeitos sem orçamento para fazer obras – até mesmo as pequenas – por causa do elevado custo com salários. Com a exigência da lei que obriga os reajustes salariais dos funcionários pelo menos pela inflação, o orçamento municipal termina comprometido e a LRF descumprida.
Débitos
Na Bahia, por exemplo, a contabilidade de metade dos 417 municípios ultrapassou os limites da LRF por causa dos reajustes obrigatórios dos salários. Mesmo assim, o deputado baiano Bebeto (PSB) resolveu concorrer a prefeito de Ilhéus. A cidade deve R$ 5,8 milhões ao Tesouro Nacional e outros R$ 1,2 milhão a bancos públicos. Parece pouco, mas o município não pode quitar as dívidas porque está no limite do gasto com folha de pagamento e não sobra orçamento para outras obrigações.
Em 2009 a dívida total dos municípios era de R$ 22 bilhões. Em dezembro de 2011 pulou para R$ 62 bilhões. Seis anos depois o endividamento só cresce.  Nas capitais, o endividamento é proporcional ao prestígio do cargo e ainda atrai parlamentares. Uma eleição em um grande centro urbano no meio do mandato legislativo pode ajudar o congressista a voltar à Câmara ou ao Senado.
As capitais mais cobiçadas são os melhores exemplos do aperto financeiro de qualquer cidade. Segundo informações do Banco Central, até maio, São Paulo, por exemplo, devia R$ 29,4 bilhões. Desse total, R$ 1,6 bilhões são débitos com bancos públicos – BNDES, Banco do Brasil e Caixa – e outros R$ 71,1 milhões com empresas públicas que fornecem serviços como água e energia. O restante da dívida é com o Tesouro Nacional. “São Paulo precisa racionalizar os gastos antes de projetar novas obras”, diz o deputado-candidato Celso Russomanno (PRB).
A dívida do Rio de Janeiro ultrapassa os R$ 13 bilhões. Metade com o Tesouro e o restante com bancos federais e empresas públicas. O endividamento de Belo Horizonte é de R$ 2,2 bilhões.  Na lista das capitais preferidas, Manaus tem uma dívida de R$ 196 bilhões. Mesmo com a dificuldade, cinco deputados querem administrá-la.
Oligarquia
A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) não se intimidou com a dívida de R$ 40 bilhões e se lançou candidata em Salvador e quer disputar com o favorito ACM Neto, que concorre à reeleição. Neto era deputado em 2012 quando concorreu pela primeira vez. Alice admite que, se ganhar, terá dificuldades financeiras para adequar a gestão com as necessidades sociais. Mas tem uma motivação extra: “Na campanha vamos denunciar a oligarquia carlista”, diz a parlamentar em referência ao termo usado para identificar o antigo grupo do falecido senador Antônio Carlos Magalhães.
A mesma motivação política de Alice levou a deputada Luiziane Lins (PT) a tentar ser novamente prefeita de Fortaleza. Até hoje ela responde a três processos no Tribunal de Contas do Estado em função de contas ainda não aprovadas da sua primeira gestão, entre 2009 e 2012. A parlamentar garante que suas contas estão em ordem e não se intimida com o endividamento atual do município, de R$ 248 bilhões. “Minha militância política é uma opção de vida, para tentar melhorar a vida das pessoas”, explica Luiziane. A deputada também decidiu disputar as eleições para tentar resgatar a imagem ruim do PT depois das crises do mensalão, petrolão e do impeachment.
A motivação política também levou o deputado Max Filho (PSDB-ES) a tentar novamente ser prefeito de Vila Velha, maior colégio eleitoral do Espírito Santo e segunda maior população capixaba. Entre 2001 e 2008 Max foi o prefeito da cidade onde tem sua principal base eleitoral como parlamentar e saiu bem avaliado. A dívida de Vila velha é R$ 39 bilhões com o Tesouro e bancos públicos e será um desafio para o deputado. “A cidade tem um cenário desolador do ponto de vista da gestão. Não pude me omitir”, explica Max.
Previsões sombrias
A crise econômica anuncia mais dificuldades para os futuros prefeitos. Segundo dados do Tesouro Nacional, no primeiro semestre houve uma queda de 6% na arrecadação geral de impostos. A consequência será um encolhimento proporcional nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), única fonte de renda de grande parte das cidades, principalmente na região Nordeste, e composta pela arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto de Renda.
Os futuros prefeitos também não vão poder contar com a generosidade do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável pelo maior volume de financiamento de obras de infraestrutura para as cidades. Relatório da instituição mostra que a média de empréstimos mensais para os 5.568 municípios foi de R$ 16 bilhões em 2014, mas entre janeiro e junho deste ano este valor caiu para R$ 6 bilhões.
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Categoria(s): Política
Domingo - 14/08/2016 - 03:30h

Vindo da ida

Por François Silvestre
Quem chega em casa aos setenta/
Vindo do ermo da ida,
Arrastando as armas que pendem da cintura,/
Na ferrugem de todas as perdas,/
Apenas vê as ruínas das paredes/ da velha casa
Que ainda lhe oferece abrigo./
Feita de tristeza? Não. De solidão? Menos ainda./
Há todo um encanto de chegada/ que faz dos setenta/
Uma triste alegria de quem nunca saiu dali/.
Esteve sempre preso nas cinzas amareladas da
Espera. /
E se não esperou chegar/ também não partiu./
Imita o rei dos celtas ante o conquistador romano:/
Joga as armas no chão/ procurando um vencedor inexistente!
François Silvestre é escritor
Categoria(s): Poesia
Sábado - 13/08/2016 - 23:49h

Pensando bem…

“Como somos insensatos, queremos tudo conquistar, como se tivéssemos tempo de tudo possuir.”
Frederico II
Categoria(s): Pensando bem...
Sábado - 13/08/2016 - 20:50h
Ah, tá!

Prefeito ‘reencarna’ Rodolfo Fernandes em campanha 2016

“Sempre resistir. Recuar, jamais”.
Essa é o lema que o prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) adota nesse momento de sua campanha nas redes sociais. Captou-o da letra de uma das músicas do espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró”.

Propaganda cria expectativa de um candidato mítico e com missão espírita (Foto: reprodução de arte)
Entre pessoas próximas de Francisco José Júnior, algumas propagam que ele é a ‘reencarnação’ do prefeito Rodolfo Fernandes, que comandou a resistência de Mossoró ao ataque do bando de Lampião em 13 de junho de 1927.
Ele, o reencarnado, teria a missão mítica de botar para correr, de vez, os Rosado.
Em 2004, seu pai – o então deputado estadual Francisco José, foi candidato a prefeito bradando: “Dê férias aos Rosado”. Àquele tempo, foi o terceiro colocado na disputa e uma Rosado, enfermeira Fafá Rosado (DEM, hoje no PMDB), foi eleita à Prefeitura.
Ah, tá!
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Categoria(s): Política CARLOS SANTOS

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