Dilma vira ré e será julgada no plenário do Senado
Do G1
Senadores aprovam parecer, Dilma vira ré e vai a julgamento em plenário
Para a maioria, denúncia contra a presidente afastada é procedente. Julgamento final do impeachment deve ser realizado no final do mês.
Por Gustavo Garcia, Fernanda Calgaro e Nathalia Passarinho
O Senado aprovou por 59 votos a 21 na madrugada desta quarta-feira (10), após quase 15 horas de sessão, o relatório da Comissão Especial do Impeachment que recomenda que a presidente afastada Dilma Rousseff seja levada a julgamento pela Casa (veja como votou cada um dos senadores).
Com isso, ela passa à condição de ré no processo, segundo informou a assessoria do Supremo Tribunal Federal (STF). O julgamento final da presidente afastada está previsto para o fim do mês no plenário do Senado.
Antes da votação do texto principal, os senadores já tinham rejeitado, também por 59 votos a 21, as chamadas “preliminares” que questionavam o mérito da denúncia contra Dilma. Depois do texto principal, houve a votação de três destaques (propostas de alteração do texto principal), apresentados por senadores defensores de Dilma com o objetivo de restringir os delitos atribuídos a ela. Todos os destaques foram rejeitados.
Embora estivesse presente ao plenário, o único dos 81 senadores que não votou foi o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL). Ele afirmou que tomou essa decisão para se manter isento. “Procurei conduzir com isenção. Desconstruir essa isenção agora não é coerente”, explicou.
Comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, a sessão teve início às 9h44 desta terça-feira (9) e terminou às 2h38 desta quarta (10).
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Dilma prepara roteiro de viagem para quando o impeachment for aprovado
A presidente afastada Dilma Rousseff já tem plena certeza de que o impeachment ganhou corpo e que ela não retomará o cargo. Tanto que está se preparando para deixar o Brasil.
Leia nota de Mônica Bérgamo na Folha de hoje:
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Dilma pretende passar oito meses fora do Brasil após impeachment
A presidente Dilma Rousseff pretende passar cerca de oito meses fora do Brasil depois que o processo de impeachment for votado.
TÃO LONGE, TÃO PERTO
A primeira ideia dela, caso o afastamento definitivo da Presidência da República seja confirmado, era passar esse período entre países da América do Sul, como Chile e Uruguai. Não só pela identidade com esses lugares, mas também pela proximidade do Brasil. Segundo amigos, Dilma não pretende se afastar dos dois netos por muito tempo. Nessa rota, poderia voltar a Porto Alegre, onde eles vivem e ela terá casa, com mais frequência.
A primeira ideia dela, caso o afastamento definitivo da Presidência da República seja confirmado, era passar esse período entre países da América do Sul, como Chile e Uruguai. Não só pela identidade com esses lugares, mas também pela proximidade do Brasil. Segundo amigos, Dilma não pretende se afastar dos dois netos por muito tempo. Nessa rota, poderia voltar a Porto Alegre, onde eles vivem e ela terá casa, com mais frequência.
GIRO
Ela não descarta também fazer uma viagem pelo interior de países europeus.
Ela não descarta também fazer uma viagem pelo interior de países europeus.
Câmara aprova convocação do prefeito
A Câmara Municipal aprovou por unanimidade a convocação do prefeito Francisco José Junior (PSD) para prestar esclarecimentos.
Em instantes mais detalhes.
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A Câmara Municipal aprovou por unanimidade a convocação do prefeito Francisco José Junior (PSD) para prestar esclarecimentos.
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