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domingo, 29 de novembro de 2015

VISITA DO GOVERNADOR A BARAÚNA:

O governador Robson Faria visitou a cidade e participou  da procissão da padroeira local, trouce na visita um saco de promessas a serem cumpridas tais como a tão sonhada adutora do Juremal a estrada do melão parada a uma década, o abatedouro também encostado desde o governo  Vilma, dentre outras ações, resta-nos esperar para ver se essas promessas sairão do papel poies Baraúna a tempos não recebe obra alguma seja do governo municipal estadual ou federal, estamos esquecidos pelo poder público e sem prefeito de fato a muito tempo, levamos agora nossa esperança nas promessas do governador e não luta da vereadora e pretensa prefeita Divanise:

Mulher de Delcídio: “Eu avisei aquele fdp”

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A coluna Radar, da Veja, destaca que, na noite da prisão de Delcídio do Amaral, sua mulher, Maika, ligou aos berros para um amigo da família. Descontrolada, vociferava: “Eu avisei aquele fdp. Ele devia ter saído do PT há muito tempo”. E completou, se referindo a Dilma: “A culpa de tudo é daquela fdp”.


/… E quer que o senador faça delação premiada
A Veja também destacou que a mulher do senador Delcídio do Amaral, Maika, está convencida de que a única saída para o marido, preso na semana passada pela Operação Lava Jato, é tentar um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. Ela já discutiu o tema com o advogado de Delcídio e pretende falar com o marido sobre o assunto ainda neste fim de semana, quando deve visitá-lo na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
Maika tem dito que Delcídio não pode pagar sozinho por erros cometidos pelo PT e pelo Planalto – o senador era líder do governo até ser preso pela PF, na quarta-feira. Como revelou a coluna Radar on-line, Maika costumava dizer ao marido que ele deveria deixar o PT e atribui a sua atual situação à presidente Dilma Rousseff. Ela fez esse desabafo num telefonema a um amigo da família logo após a prisão de Delcídio.
No depoimento que prestou na quinta-feira à PF, Delcídio citou a presidente Dilma, de maneira espontânea, pelo menos três vezes. “A então ministra (de Minas e Energia no governo Lula) Dilma já conhecia Nestor Cerveró desde a época em que ela atuou como secretária de Energia no governo Olívio Dutra, no Rio Grande do Sul”, afirmou o senador.

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