EM TEMPOS DE DEMOCRECIA REINA A DITADURA "JORISTA " EM MOSSORÓ...
Está chegando perto de Dilma Roussef o que jamais deveria ter sido mantido distante dela – o caso do prejuízo amargado pela Petrobras com a compra desastrada, em 2006, da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.
Vereadores ‘dormem’ em Câmara para poder falar em sessão
O blogue do Carlos Santos destaca que dois vereadores oposicionistas voltaram a fazer vigília à porta da sede da Câmara Municipal de Mossoró, o Palácio Rodolfo Fernandes. Entre o final da noite de ontem, madrugada e princípio do dia de hoje, arrancharam por lá. Francisco Carlos (PV) e Tomaz Neto (PDT) foram fotografados no local, em trajes despojados, garrafa com café, adoçante e disposição.
Não se acomodaram nesse horário tão incomum à “atividade parlamentar”, por nenhum foco de protesto. A razão é outra. “Se a gente não fizer vigília, não tem direito ao uso da palavra durante as sessões ordinárias”, retratou Tomaz Neto. “Eles tentam a todo custo impedir que falemos, principalmente ao vivo, pela TV Câmara”, completou.
Lascou! O Caso Pasadena volta a esquentar e encosta em Dilma
Está chegando perto de Dilma Roussef o que jamais deveria ter sido mantido distante dela – o caso do prejuízo amargado pela Petrobras com a compra desastrada, em 2006, da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.
Investigadores da Lava-Jato suspeitam que o negócio pode ter rendido o pagamento de propinas entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões. O que Dilma tem a ver com isso?
Na época, Dilma era presidente do Conselho de Administração da Petrobras. E nada na Petrobras anda, para ou troca de lugar sem o prévio consentimento do Conselho.
Dilma já disse que aprovou a compra de Pasadena com base em um parecer técnico cheio de falhas.
E daí? Problema dela.
O Conselho foi responsável pela compra e por tudo mais.
Por Noblat
Mossoró: nova usina garantirá fornecimento contínuo de oxigênio na UPA
Com o objetivo de garantir distribuição contínua de oxigênio à população, a Secretaria Municipal de Saúde iniciou a implantação de nova usina na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Belo Horizonte. Os equipamentos garantirão um sistema mais moderno, ágil e com geração de oxigênio, além de reduzir custos do Município com reposição do gás.
As usinas geradoras de oxigênio captam ar da atmosfera e realizam um processo que garante pureza de 95% a 97%. De acordo com a gerente executiva da Atenção Especializada, Hallyda Moura, a escolha da UPA para receber os novos equipamentos se deu em virtude do espaço físico da unidade, que favoreceu a implantação dos cilindros. “Nós realizamos um estudo e a UPA do BH foi identificada como melhor espaço físico para receber a usina, que deverá entrar em funcionamento até o fim deste mês”, declara.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Leodise Cruz, o novo modelo de distribuição do gás garantirá uma economia de 30% no custeio de oxigênio. “Atualmente, precisamos repor oxigênio nos cilindros com frequência. Com a nova usina, essa medida não será necessária, porque o fornecimento é contínuo. É um sistema que modernizará o atendimento na UPA”, justifica


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