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sábado, 15 de agosto de 2015

GIRO DE HOJE:

Hoje é dia de vacinação contra pólio

15 de agosto de 2015 às 5:46 — Comente aqui

Atenção pais e mães: este sábado é dia de vacinar seu filho que tem até 5 anos.
A Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite começa hoje e vai até 31 de agosto em todo o país. 
Procure o posto mais próximo e leve os pequenos para vacinar.
Devem ser vacinadas contra pólio crianças com idade entre 6 meses e 5 anos incompletos. 
Atualmente, o Brasil está livre da doença, mas a vacinação é fundamental para manter o vírus fora do país, segundo o Ministério da Saúde. O último caso no país foi registrado há 26 anos.

MANOBRAS EM BRASÍLIA:

Planalto deverá barrar o pacto federativo

15 de agosto de 2015 às 5:36 — Comente aqui
Para governadores e prefeitos que veem o pacto federativo como a salvação da lavoura, bom ir tirando o cavalinho da chuva…
Da Época/Expresso:
Governo apresenta emenda para tentar barrar PEC do pacto federativo
Deputado José Guimarães propõe texto que impede criação de novos gastos para União sem previsão de receita
RICARDO DELLA COLETTA
A análise pela Câmara da PEC do pacto federativo, que impede a criação de novos encargos ou responsabilidades para os Estados e municípios sem a previsão dos repasses para cobrir o rombo, promete se transformar num jogo de empurra-empurra. 
O líder do governo na Casa, José Guimarães, já apresentou uma emenda ao texto que preserva a presidente Dilma. Ou seja: novos gastos para a União só apontando a fonte dos recursos. 
Com isso, o Planalto espera barrar a PEC.

Da Época:
Agência Pepper Interativa, ligada ao PT, tinha conta na Suíça para receber da Queiroz Galvão
A agência de comunicação admite que pagou ao menos duas faturas de cartão de crédito da mulher do governador Fernando Pimentel
FILIPE COUTINHO
A agência de comunicação Pepper Interativa cresceu na esteira das duas campanhas da presidente Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto. Notória por realizar ataques virtuais contra grupos críticos ao PT, a Pepper, da publicitária Danielle Fonteles, caiu nas graças de próceres do partido, como o ex-tesoureiro João Vaccari Neto e o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Graças à proximidade com eles, a Pepper mantém contrato com o PT. É o maior cliente da agência – quase 70% do faturamento dela vem do partido. ÉPOCA descobriu que, em 2012, a Pepper montou uma operação intrincada no exterior para receber valores da construtora Queiroz Galvão. Meses antes, a empreiteira recebera do BNDES para financiar serviços na África. A Pepper criou, em nome de laranjas, a Gilos, uma offshore no Panamá. Criou também uma conta secreta na Suíça para movimentar a dinheirama de um contrato de fachada com a filial da Queiroz Galvão em Angola. A conta, cuja identificação é CH3008679000005163446, foi aberta por Danielle Fonteles no banco Morgan Stanley. Na ocasião, não foi declarada à Receita ou ao Banco Central. 
 ÉPOCA obteve cópia do contrato entre a offshore Gilos Serviços e a empreiteira, devidamente assinado por Danielle. Foi formalizado em setembro de 2012. A Gilos recebeu US$ 237 mil (R$ 830 mil, ao câmbio de hoje) da Queiroz Galvão para fazer marketing digital em Angola. O contrato, que elenca seis serviços, parece uma peça de ficção. Não há uma linha sequer sobre qual obra ou projeto da Queiroz Galvão deveria ser divulgado na internet pela Pepper. Naquele país, a Queiroz Galvão operou graças a financiamentos do BNDES. Em março de 2012, a empreiteira recebera US$ 55 milhões do banco. Naqueles tempos, Pimentel era ministro do Desenvolvimento e presidente do Conselho de Administração do BNDES.
 

Da Veja Online:
PF intercepta conversa de Lula com executivo da Odebrecht preso na Lava Jato
Relatório da PF indica ex-presidente preocupado com ‘assuntos do BNDES’ na ligação para Alexandrino Alencar. Inquérito do MPF investiga se Lula praticou tráfico de influência para favorecer empreiteira com empréstimos do banco

A Polícia Federal interceptou uma conversa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o ex-diretor da Odebrecht Alexandrino Alencar, poucos dias antes de o executivo ser preso na Operação Lava Jato. Em relatório final sobre a gravação, feita durante a Operação Erga Omnes, 14ª fase da Lava Jato, a PF informa ao juiz federal Sérgio Moro que Lula falou por telefone no dia 15 de junho de 2015 com Alexandrino, parceiro do ex-presidente em viagens patrocinadas pela empreiteira. Quatro dias depois do telefonema, Alexandrino foi preso junto com o presidente da empresa, Marcelo Odebrecht.
Segundo o relatório, Lula e Alexandrino estariam preocupados com “assuntos do BNDES”. A PF não grampeou Lula. Os investigadores monitoravam os contatos do executivo, até então investigado na Lava Jato, e por isso a conversa foi gravada.
Diz o relatório da gravação: 
“Outro contato considerado relevante ocorreu em 15 de junho de 2015 às 20:06, entre Alexandrino Alencar e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nele ambos demonstram preocupação em relação aos assuntos do BNDES, referindo-se também a um artigo assinado por Delfim Netto que seria publicado no dia seguinte sobre o tema. Alexandrino disse também que Emilio (Emilio Odebrecht) teria gostado da nota que o Instituto Lula (“criado pelo ex-presidente em 2011, depois que ele deixou o governo, para trabalhar pela erradicação da fome no mundo, aprofundar a cooperação com os países africanos e promover a integração latino-americana, entre outros objetivos”) teria lançado depois da divulgação do laudo pericial acerca da contabilidade da empresa Camargo Corrêa, que teria doado três milhões de reais ao Instituto entre 2011 e 2013 e efetuado pagamentos a LILS Palestras Eventos e Publicidade LTDA na ordem de R$ 1,5 milhão no mesmo período”. 
O documento é assinado pelo delegado federal Eduardo Mauat da Silva, que integra a força-tarefa da Lava Jato. LILS Palestras Eventos e Publicidade é uma das empresas de Lula cujos negócios aparecem nos autos da Operação Lava Jato.
O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é alvo de uma CPI no Congresso, que investiga suspeitas de empréstimos contrários ao interesse público feitos durante as gestões de Lula e da presidente Dilma Rousseff, entre 2003 a 2015. Lula também é alvo de inquérito aberto pelo Ministério Público Federal para apurar a relação dele com a Odebrecht e investigar a possível prática de tráfico de influência em favor da empresa por parte do petista entre 2011 e 2014. Para o MPF, é preciso apurar se Lula atuou para beneficiar a Odebrecht com a concessão de empréstimos pelo BNDES.
Em nota divulgada nesta sexta-feira, o banco comentou a divulgação do relatório da PF sobre a conversa de Lula e Alexandrino. O BNDES afirma lamentar “tentativas, na imprensa e em redes sociais, de manipular e distorcer informações buscando envolver” a instituição em “algo supostamente nebuloso” a partir da divulgação do diálogo por telefone do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) com o executivo da Odebrecht.
Outro nome citado no relatório é de Marta Pacheco Kramer, executiva da Odebrecht. Segundo a PF, Alexandrino Alencar disse que Marta seria ligada ao Instituto Lula. “O investigado também recebeu ligações de Marta Pacheco Kramer na data da deflagração da operação as 06:06 da manhã do dia 19 de junho de 2015. Curiosamente, Marta foi identificada pelo próprio Alexandrino como vinculada ao “Instituto Lula” o que restou consignado junto ao auto de arrecadação lavrado na residência do investigado acerca dos contatos telefônicos feitos pelo mesmo quando da chegada da equipe”, informou o delegado Eduardo Mauat da Silva.
Procurado, o Instituto Lula disse que não vai comentar a referência ao ex-presidente no relatório da Polícia Federal. A entidade nega que Marta Pacheco Kramer tenha qualquer vínculo com o instituto.

O procurador geral da República, Rodrigo Janot, ia sim, poupar o presidente do Senado, Renan Calheiros, e denunciar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
Mas o que era um assunto discreto, se espalhou, e agora vai pegar mal fazer de conta que não deu pra ver o que estava tão explícito, e Janot vai denunciar Renan.
Vem chumbo grosso por aí.
Leia nota da coluna Expresso, na Época Online:
Procuradoria Geral da República esmiúça seis fatos antes de denunciar Renan
Denúncia pode sair depois da recondução do procurador-geral Rodrigo Janot em setembro
MURILO RAMOS
Os procuradores da Lava Jato esmiúçam seis fatos capazes de embasar a denúncia – ou denúncias – contra o presidente do Senado, Renan Calheiros, e ainda estão em busca de mais. Até agora o que mais agrada aos investigadores são as informações vindas do empreiteiro da UTC, Ricardo Pessôa. A denúncia contra Renan pode até ficar para depois da recondução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em setembro. Até lá, contudo, Renan e sua turma terão surpresas desagradáveis. 
*
Do Blog: Quem é a turma de Renan?

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