2 de julho de 2015 às 15:19 — Comente aqui
A presidente Dilma Rousseff visitou ontem a sede do Google, em Mountain
View, na Califórnia.
Foi bem recebida pelo presidente da companhia, Eric Schmidt e a visita
foi festiva e divertida com a presidente até dando voltinha no carro sem
motorista, um dos projetos da gigante da internet.
O que Dilma não contava era que, do lado de fora da sede do Google,
havia uma brasileira disposta a desabafar…
E com uma câmera na mão, dosposta a disparar nas redes sociais o
registro de seu xingamento.
DEM decide que
não fará mais fusão com outra legenda
2 de
julho de 2015 às 9:47 — Comente aqui
Reunida agora, a Executiva
Nacional do DEM, presidido pelo senador José Agripino definiu: o partido não
fará mais fusão com o PTB nem com o PSDB nem com qualquer outra legenda.
Em discussão agora na liderança do DEM, o calendário das
convenções para as eleições do próximo ano.
Senado: comissão da reforma
política aprova mudanças nas coligações partidárias
Os partidos poderão se coligar,
mas os votos de um não poderão ajudar a eleger candidatos de outro partido da
coligação.
O Senado já tinha aprovado uma
proposta de emenda à Constituição (PEC) que previa o fim das coligações
partidárias em eleições proporcionais, mas a PEC não alcançou votos suficientes
na Câmara dos Deputados e foi arquivada. Agora, o novo projeto foi apresentado
na forma de lei ordinária e prevê a possibilidade de coligação entre os
partidos, mas acaba com os efeitos da coligação para a junção de votos.
“O partido A vai ter os
seus votos, vai somar o seu coeficiente, e o partido B vai contar seus votos e
o seu coeficiente. Essa é a diferença. É mais fácil de aprovar uma lei
ordinária, ajustando essa questão da legislação proporcional com coligações,
que aprovar uma PEC, como foi tentado na Câmara e já foi rejeitado”,
explicou Jucá.
O presidente da comissão, senador
Jorge Viana (PT-AC), avalia que, na prática, o projeto acaba com as coligações,
porque retira dos partidos o principal ponto de interesse na união, que é a
soma dos votos em benefício da coligação. Ele considerou também que o fim das
coligações é bom para os partidos. “O relator apresentou uma proposta
engenhosa, uma proposta inteligente, que o plenário inteiro concordou com ela
porque ela fortalece os partidos.”
A comissão aprovou também uma
requisição do relator para que a matéria siga em regime de urgência para o
plenário do Senado. Assim, qualquer emenda apresentada será discutida
diretamente no plenário, na votação final do projeto. Romero Jucá, agora,
negociará o projeto com o relator da reforma política na Câmara, Rodrigo Maia
(DEM-RJ), para que ele possa sair do Senado e ser aprovado com rapidez também
pelos deputados e possa ter validade nas eleições municipais do ano que vem.
Os dois relatores devem se encontrar
ainda hoje para definir também os projetos da Câmara que serão tratados
prioritariamente pelo Senado, com o objetivo de outros itens da reforma sejam
aprovados a tempo de valer para as eleições municipais de 2016 e as eleições
gerais em 2018.


Nenhum comentário:
Postar um comentário
SUA OPINIÃO VAI SIM AJUDAR A MELHORAR ESSE VEICULO DE COMUNICAÇÃO, AGRADESSE: GELCIONE SILVA