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sexta-feira, 31 de julho de 2015

GIRO POR BARAÚNA:

GELCIONE SILVA EM REUNIÃO NA SEDE DA CAERN EM MOSSORÓ COM O SECRETÁRIO SIGEFREDO FILHO E O REPRESENTANTE DA COMUNIDADE DE COMPESTRE MANINHO BOLÃO VIABILIZAM ADUTORA PARA ABASTECER AS COMUNIDADES DE JUREMAL CAMPESTRE E VERTENTES:

CAERN ASSEGURA LIGAÇÃO DE POÇO EM JUREMAL
A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) instalará rede de distribuição do poço profundo de Juremal para as casas de lá e de Campestre e Vertente.
A garantia foi dada pelo gerente regional da Caern, João Maria de Sousa, para uma comissão de Baraúna, em audiência no final da tarde desta terça-feira (28), no escritório da Caern em Mossoró.
Representaram Baraúna na reunião o secretário de Infraestrutura, Sigefredo Filho, representando a prefeita Luciana Oliveira (PMDB), e as lideranças comunitárias Gelcione Silva e Mariano Azevedo Neto, “Maninho Bolão”.
Compromisso
João Maria garantiu que, nesta quarta-feira (29), encaminhará memorando com o pedido à Diretoria de Empreendimentos da Caern, que sequenciará o pleito à Gerência de Obras da companhia.
“Esse investimento será prioridade da Caern, pois resolverá o problema dessas comunidades de Baraúna e gerará mais receita à empresa, com novos clientes”, disse o gerente regional.
Interesse
O secretário Sigefredo Filho afirma que acompanhará a demanda de perto. “Estaremos sempre na Caern para vencer rapidamente a burocracia e ver a água encanada o mais rápido possível”, assegura.
Ele acrescenta que o investimento também contemplará a cidade de Baraúna, já que o poço, perfurado recentemente e com água de qualidade, tem vazão suficiente para abastecer também a zona urbana.
A prefeita Luciana Oliveira (PMDB) observa não ser razoável Juremal possuir poço, mas ser abastecida com carro-pipa. “Com apoio da Caern, vamos acabar com essa situação, e levar água encanada para Juremal, Campestre, Vertente e parte da cidade”, afirma.

Reunião com gerente da CAERN para instalação do sistema de abastecimento de água em juremal campestre e vertentes

ULTIMAS DO ESTADO E DO PAÍS AGENTE VER AQUI

Mudanças no Governo 1
Ipem e Procon farão um cruzamento.
O títular do Ipem, ex-vereador Ney Lopes Júnior, advogado com experiência em Direito do Consumidor e ex-diretor geral do Procon estadual, reassumirá o cargo.
O atual do Procon, Cyrus Benavides, vai para o Ipem.
A troca é consensual e Ipem e Procon atuarão em conjunto.
A troca será oficializada na próxima semana.

Mudanças no Governo 2
O ex-vereador de Ceará-Mirim, Júlio César, cotado para disputar a Prefeitura no próximo ano, deixa a Engern e assume o comando do Detran.
O atual diretor geral do Detran, Marcos Freire, assumirá o lugar de Júlio na Engern.

A declaração do vice-prefeito de Mossoró, Luiz Carlos, do PT, dizendo que seu partido deverá disputar a Prefeitura no próximo ano, e colocando seu nome à disposição, pode ser apenas o primeiro passo de um racha muito maior entre o PT e o PSD.
Luiz Carlos, do PT, é vice de Francisco José, do PSD, e em vez de seguirem unidos na sucessão municipal, deverão dividir o palanque.
Em nível estadual, Fátima Bezerra, do PT, é senadora aliada do governador Robinson Faria, do PSD.
E em 2018…já se fala em palanques opostos.
Fátima nega, porém, em Mossoró Luiz Carlos acelera o processo.

O prefeito em exercício de Mossoró, Luiz Carlos, apresenta à imprensa logo mais às 11h30, a 17ª edição da Festa do Bode.
A Prefeitura é parceira da Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos de Mossoró e Região (Asccom), produtora do evento.
A apresentação será no parque de exposições Armando Buá, onde será servido um almoço oferecido pela Asccom. 
A maior feira da caprinovinocultura do estado do Rio Grande do Norte receberá expositores e criadores de todo o país. 
A expectativa é que se movimente 3 milhões em negócios este ano.

Da Folha:
Gráfica que recebeu R$ 6 mi do PT desperta suspeita da Justiça Eleitoral
ANDRÉIA SADI e RANIER BRAGON
De Brasília
GUSTAVO URIBE
De São Paulo
 
A campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição pagou R$ 6,15 milhões a uma gráfica que não tem nenhum funcionário registrado e cujos documentos apontam como presidente o motorista Vivaldo Dias da Silva, que em 2013 recebia R$ 1.490.
A Rede Seg Gráfica e Editora, de São Paulo, aparece como a oitava fornecedora que mais recebeu dinheiro da campanha presidencial petista no ano passado, de acordo com os registros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Funcionários do TSE que examinaram as contas da campanha de Dilma descobriram a situação da gráfica ao cruzar as informações da empresa com o banco de dados do Ministério do Trabalho.
A descoberta fez surgir a suspeita de que a gráfica não tinha a estrutura necessária para prestar os serviços pelos quais foi remunerada pelo PT.
Algumas das notas da gráfica entregues pelo partido ao TSE trazem a afirmação de que a empresa produziu folders para a campanha eleitoral.
As contas da presidente foram aprovadas em dezembro por unanimidade pela Justiça Eleitoral, mas com ressalvas. Por isso, o tribunal continuou analisando os casos que provocaram as ressalvas.
Não é a primeira vez que vem à tona que uma empresa contratada pela campanha de Dilma Rousseff em 2014 tem como dono, nos documentos oficiais, um motorista.
Como a Folha revelou em dezembro de 2014, a Focal Comunicação, a segunda que mais faturou na campanha presidencial de Dilma (R$ 24 milhões), também tinha um motorista (salário de cerca de R$ 2 mil até 2013) como sócio.
A Focal só ficou atrás da empresa do marqueteiro João Santana, destinatária de um montante de R$ 70 milhões.
O empresário Carlos Cortegoso admitiu na época que era o verdadeiro dono da Focal, tendo justificado o registro em nome do motorista como fruto de uma inclinação sua de dar chances para seus empregados progredirem.
A Justiça Eleitoral pediu à Polícia Federal apuração sobre a Focal e outra gráfica, a VTBP, que ganhou R$ 23 milhões da campanha. O TSE agora poderá enviar novo ofício à PF pedindo que investigue também a Rede Seg.

IDAS E VINDAS

A Folha visitou a sede da gráfica nesta quarta-feira (29). Segundo Rogério Zanardo, que recebeu a reportagem no local, a Rede Seg pertence a sua família e o motorista Vivaldo não é dono, mas funcionário da empresa.
Ele não soube explicar por que a gráfica está registrada em nome do motorista e afirmou que o maquinário estava desligado porque a gráfica está sem serviço no momento.
“Ele é um bom motorista, não pega guia [de rua] e dirige faz tempo”, afirmou.
O irmão de Rogério Zanardo, no entanto, deu versão diferente. De acordo com Rodrigo Zanardo, que se apresentou como gerente da gráfica, Vivaldo é mesmo dono da empresa, além de motorista.
Segundo ele, o maquinário é de propriedade do motorista, que pediu ajuda a ele para administrar a empresa, uma vez que os irmãos são proprietários de outra gráfica, a Graftec.
Segundo consulta feita pelo TSE, Vivaldo possuiu vínculo empregatício entre 2006 e 2007 como eletricista com a Graftec e, de 2009 a 2013, como motorista em uma empresa chamada Artetécnica Gravações, com salário mensal de R$ 1.490.
Mais tarde, o próprio Vivaldo chegou ao local e afirmou ser “sócio” e “motorista”. “Eu gosto de trabalhar, e é um rendimento a mais que tenho.”

OUTRO LADO

Questionada sobre o gasto de R$ 6 milhões com a gráfica Rede Seg, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência informou que a campanha de Dilma Rousseff recebeu várias propostas de prestação de serviços e selecionou as empresas que apresentaram preços mais baixos.
A Secom é comandada pelo ministro Edinho Silva que, à época, atuou como tesoureiro da campanha petista.
“A elaboração do material foi auditada pela campanha e a documentação que comprova a elaboração e entrega do material foi auditada pelo TSE”, disse.
A secretaria não informou qual serviço foi prestado pela gráfica à campanha.
A Rede Seg, cujo registro mostra o motorista Vivaldo Silva como presidente, informou, por meio de nota, não haver qualquer irregularidade em suas atividades. “Sendo necessário, informações complementares e documentos serão apresentados oportunamente às autoridades competentes”, afirmou.
Rodrigo Zanardo, que se apresentou como gerente da gráfica, disse que a empresa contratou funcionários terceirizados durante a campanha e, por isso, não tem nenhum registrado.
“[Quando] não tem serviço, como vou fazer folha de pagamento?”, questionou.
Ele disse que viajou a Brasília para conversar com representante da campanha de Dilma e que a empresa produziu panfletos e folhetos.
Reynaldo Borba, que figura como dono de outra empresa em que Vivaldo trabalha como motorista, a Artetécnica, afirmou não poder dar informações sobre o caso. Ele disse que as relações da Rede Seg e de Vivaldo com a campanha de Dilma não dizem respeito à sua empresa.

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