Total de visualizações de página

visitantes on line

FAÇA SUA PESQUISA:

sexta-feira, 17 de julho de 2015

GIRO PELOS BLOGs:

DO BARAUNA NOTICIA:
A vereadora Divanise Oliveria do PSD, conseguiu com o governador Robinson Faria, 7 policiais do serviço de inteligência da Polícia Militar, lotados no 12 Batalhão de Polícia de Mossoró que tem o comando do major Humberto Pimenta, estes policiais estão fazendo blitzs na Zona Urbana e Rural de Baraúna, estão em Baraúna desde o dia 8 de julho, são duas viaturas descaracterizadas trabalhando e por amostragem, ninguém sabe qual o horário que eles estão  em serviço, dai o fator surpresa, esta equipe tem trazido a tranquilidade do moradores de Baraúna, soma-se a ela o PMs lotados na cidade comandados pelo tenente Almeida, um bom policial que só temos a elogiar o seu trabalho, não foi fácil para vereadora, ela viajou várias vezes a Natal e falou de Hudson Pereira secretário da Articulação política até o coronel Ângelo Azevedo, Divanise tem circulado pela governadoria e tem conseguido outros benefícios para Baraúna, paulatinamente vamos cobrir o trabalho da vereadora, sempre atuante e defendo os interesses do seu município, tenho dito. Divanise tem o aval do governador para trabalhar por Baraúna.

EX PRESIDENTE NA MIRA DO MPF:
Do G1
MPF abre inquérito para investigar suposto tráfico de influência de Lula
Após apuração preliminar, procuradores viram indícios para investigá-lo. Instituto Lula disse ter recebido notícia do inquérito com ‘surpresa’
Por Camila Bomfim
A Procuradoria da República no Distrito Federal abriu inquérito para investigar suposto tráfico de influência internacional do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para favorecer a construtora Odebrecht, uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato.
Após uma apuração preliminar, motivada por uma representação protocolada no Ministério Público Federal (MPF) que apontava suspostas irregularidades cometidas pelo ex-presidente, os procuradores da República disseram ter identificado indícios suficientes para investigá-lo.
O alvo das investigações são viagens internacionais feitas por Lula bancadas pela Odebrecht. Entre os países visitados pelo ex-presidente com patrocínio da maior construtora brasileira estão Cuba, República Dominicana, Gana e Angola.
Investigação
Em maio, a revista “Época” revelou que o Ministério Público Federal no DF estava investigando o ex-presidente da República em razão de que ele estava cometendo tráfico de influência internacional.
Na ocasião, a reportagem reproduziu o pedido de apuração preliminar que citou “supostas vantagens econômicas” obtidas, direta ou indiretamente, por parte de Lula da Odebrecht entre 2011 a 2014.
Além de abrir o inquérito, o MPF do Distrito Federal solicitou o compartilhamento de provas da Lava Jato para incluir na investigação criminal envolvendo Lula. A apuração do petista está sob a responsabilidade do núcleo de combate à corrupção.
‘Surpresa’
Ao G1, a assessoria do Instituto Lula informou, inicialmente, que não iria se manifestar sobre o assunto. Depois, por meio de nota, afirmou que recebeu com “surpresa” a notícia da abertura de inquérito para investigar o ex-presidente, na medida em que, segundo a entidade, ele “já entregou todas as informações solicitadas pela procuradora Mirella de Carvalho Aguiar”.
“O Instituto Lula recebeu a notícia da abertura do inquérito com surpresa porque já entregou todas as informações solicitadas pela procuradora Mirella de Carvalho Aguiar. Tudo o que a procuradora solicitou foi entregue pelo instituto, que chegou a apresentar além do que foi exigido inicialmente. O Instituto Lula avalia que houve pouco tempo para a procuradora analisar o material, mas, logo, entende que faz parte das atribuições do Ministério Público investigar denúncias e terá oportunidade de comprovar a legalidade e a lisura de todas as atividades do Instituto Lula”, diz a nota.
Na reportagem publicada em maio, “Época” revelou documentos que mostram que o BNDES fechou o financiamento de, ao menos, US$ 1,6 bilhão com destino final à Odebrecht após Lula, já como ex-presidente, se encontrar com os presidentes de Gana e da República Dominicana – sempre bancado pela empreiteira.
De acordo com a revista, entre os empreendimentos intermediados pelo ex-presidente, estão obras de modernização de aeroportos e portos, rodovias e aquedutos, todas tocadas com os empréstimos de baixo custo do BNDES em países alinhados com Lula e o PT.


Do Estadão:
Cunha diz que Congresso voltará do recesso ‘mais duro’ em relação ao governo
Em café da manhã com jornalistas, presidente da Câmara avalia que base eleitoral, insatisfeita com aumento do desemprego, irá pressionar deputados a reagirem ao Executivo
DAIENE CARDOSO E DANIEL CARVALHO
Brasília – Em um café da manhã com jornalistas na manhã desta quinta-feira (16), o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que vê um governo perdendo a cada dia sua governabilidade e reclamou que a crise política de hoje “não termina”. “Se o Brasil vivesse o Parlamentarismo, não teríamos a crise de hoje”, declarou o peemedebista, que é defensor do modelo.
Cunha atribuiu ao vice-presidente Michel Temer a aprovação do pacote de ajuste fiscal e a minoração da crise, mas voltou a defender a saída do peemedebista da articulação política do governo assim que as medidas estiverem consolidadas, que sua “missão” no ajuste fiscal for cumprida. “Temer não pode ficar cuidando de coisas menores”, pregou.
O presidente da Câmara enfatizou que essa é a primeira vez na história recente que um governo não tem maioria no Congresso. Ele acredita que após o recesso parlamentar, os deputados devem voltar “mais duros” em relação ao governo, já que a expectativa é que haja pressão da base eleitoral, que está insatisfeita com o aumento do desemprego. “A instabilidade não é boa para ninguém. Não desejo o insucesso de nenhum governo”, afirmou. 
Impeachment
Durante o encontro, o presidente da Câmara admitiu que está consultando juristas – além de assessores da Casa – sobre o pedido de impeachment apresentado pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e que pretende ter uma opinião sobre o assunto em 30 dias. “Não pode acontecer com o Brasil o que aconteceu com o Paraguai. O Brasil não é o Paraguai”, concluiu.
Cunha afirmou que o pedido de afastamento não pode ser tratado como “tábua de salvação” para o problema da impopularidade da presidente Dilma Rousseff ou do agravamento da ingovernabilidade. Ele revelou que já indeferiu entre três ou quatro pedidos de afastamento da petista.
“Só posso falar com fato real. Na tese, minha posição é que o impedimento tem de ser tratado na Constituição e não como recurso eleitoral”, observou.
Neste aspecto, o presidente da Câmara considerou que o pronunciamento do Tribunal de Contas da União sobre as pedaladas fiscais deveria ser técnico e está sendo supervalorizado. “A decisão é política”, comentou o peemedebista. Ele lembrou que quem aprova contas do governo é o Congresso e que, na primeira semana de agosto, pretende colocar na pauta de votações as prestações de contas aptas para o plenário.
Economia 
Cunha também criticou o governo por não ter capacidade de assumir uma agenda na área econômica e concluiu que o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff nem sequer começou. “O governo não diz qual sua agenda para a economia. Precisa assumir sua ação. O governo neste segundo mandato não começou”, declarou.
Aos jornalistas, Cunha defendeu o projeto que trata da remuneração do FGTS e disse que a proposta não tem impacto sobre o gasto público. Ele ressaltou que não tem histórico de apoiar “causas que comprometam as contas públicas”.
Sobre a proposta de reformulação do PIS/Cofins, o peemedebista deu um recado ao governo: “Se houver aumento de carga tributária, não vai passar”.

A presidente Dilma Rousseff passará 3 anos e meio dormindo com o inimigo.
Digo 3 anos e meio porque não acredito que seu mandato seja interrompido por impeachment.
Não que acredite cegamente que a presidente esteve alheia nos últimos 12 anos, a tudo o que aconteceu no país.
Mas, porque tudo o que aconteceu no país, aconteceu com aval e participação de quase todo mundo, de quase todos os partidos.
Se gritar pega…pega mais do que se imagina.
E jogar Dilma na cova dos leões, será se jogar junto.
E quem é o inimigo ao lado de Dilma nos próximos 3 anos e meio?
O PMDB do seu vice Michel Temer.
Ontem o companheiro de governo de Dilma, a quem ela entregou a missão de articular – e pelo jeito tem articulado muito bem – informou com todas as letras que o PMDB trabalha para ser “cabeça de chapa”.
Trabalha para ser adversário da presidente, que trabalha para manter o PT na cadeira que ela ocupa hoje.
Mais precisamente, o ex-presidente Lula, que já anda em campanha para retomar o cargo que ocupou por 8 anos.
Vantagem de Lula sobre Dilma: a roubalheira do mensalão levou bem menos dinheiro do que a roubalheira da Petrobras.
Pois bem, enrolada no meio de aliados, Dilma vai se mantendo refém de Temer, que não teve a menor cerimônia em anunciar que a partir de agora, será adversário da presidente.
Resta saber se com os mesmos poderes e cargos que já tem e conquista a cada dia.
Ou Dilma teria coragem de romper com o adversário PMDB?

Nenhum comentário:

Postar um comentário

SUA OPINIÃO VAI SIM AJUDAR A MELHORAR ESSE VEICULO DE COMUNICAÇÃO, AGRADESSE: GELCIONE SILVA