POLÍTICA:
Nome do peemedebista Flávio Azevedo para secretário de Robinson pode ser o fim do palanque exigido pelo povo do RN
12 de julho de 2015 às 10:28 — Comente aqui
O nome do engenheiro Flávio Azevedo teve efeito de rastilho de pólvora na imprensa quando foi divulgado como futuro secretário de Desenvolvimento Econômico.Como um integrante da chapa majoritária do candidato derrotado Henrique Alves vai ser secretário do governo Robinson, que derrotou Henrique?
Pergunta feita e refeita após a própria imprensa questionar o clima de palanque eterno.
De questionar o que levava Henrique, derrotado mas premiado com um cargo de ministro do Turismo, a não ajudar ao Estado, como fez em todos os outros governos onde apoiou todos os governadores e prefeitos que não apoiou na campanha, sob o pretexto de ser um político do Estado, com obrigações com o povo.
No caso do atual governo, Henrique não tem dado sinais do desprendimento que sempre demonstrou nos seus quase 50 anos de vida pública.
E a imprensa tem questionado e criticado o sentimento de aversão de Henrique ao governo.
Outros nomes de peso do grupo político e familiar de Henrique já se desarmaram.
O senador Garibaldi Filho já se desarmou.
O deputado federal Walter Alves já se desarmou.
Henrique não conseguiu.
E a imprensa tem criticado.
Quando se lê e de ouve o que a imprensa tem publicado sobre o palanque que não se desmonta, imagina-se que a visão da crítica teria um foco: a tão propalada união de forças para salvar o Rio Grande do Norte.
Quase um hino.
Aí vem o governador e chama um aliado de Henrique para ser secretário.
Aí vem o eterno palanque da imprensa para criticar o que sempre defendeu.
Há poucos dias, em um dos artigos que publica semanalmente no Novo Jornal, Flávio Azevedo criticou o palanque eterno.
Justificando que, sem a união do governador do Estado com o ministro do Turismo, o hub da TAM pode continuar sendo somente um sonho de um Estado que teima em querer ser grande.
Desarmado, como todos os adversários.
Menos Henrique.
MPF solicita retirada de nome do “presidente Lula” de placa colocada em escola
11 de julho de 2015 às 2:06 — Comente aqui
Representante do Ministério Público Federal, na comarca de Assu, recomendou à Prefeitura de Ipanguaçu a retirada do nome do ex-presidente Lula de uma placa relativa à construção de uma creche financiada com recursos do Ministério da Educação, através do Programa Pro-Infância.
Na placa, há referência à localidade da obra como sendo a “Comunidade Presidente Lula”.
Na placa, há referência à localidade da obra como sendo a “Comunidade Presidente Lula”.
A recomendação do MPF, assinada pelo procurador da República Victor Queiroga, destaca que o artigo 37 da Constituição estabelece como princípios da administração pública a impessoalidade, além da Lei proibir uso de nomes de pessoas vivas para identificar e nomear bens públicos.
O MPF requer a “completa ocultação ou remoção do nome Presidente Lula da placa colocada em frente à obra.
O Ministério Público Federal requisita, ainda, que a Prefeitura forneça, independentemente do acatamento da recomendação, a relação dos respectivos bens públicos de qualquer natureza aos quais eventualmente se tenha atribuído o nome de pessoa viva, seja por meio de ato formal ou não.
Mais um declara que pediu dinheiro de corrupção para bancar reeleição de Dilma
11 de julho de 2015 às 1:53 — Comente aqui
De Ricardo Noblat
‘Homem de Dilma’ na Eletrobrás cobrou propina para a campanha de 2014, diz dono da UTC
Valter Luiz Cardeal, diretor da Eletrobras que tem livre acesso ao gabinete da presidente, cobrou do consórcio de construtoras “doação” à campanha petista do ano passado
Quando era presidente, Fernando Henrique Cardoso cultivou a fama de exterminador de crises, que, dizia-se, sempre saíam do Palácio do Planalto menores do que entravam. De Dilma Rousseff, fala-se exatamente o oposto. Centralizadora e avessa a negociações, a presidente semeou um quadro de recessão econômica e de derrotas no Congresso.
Rejeitada por nove em cada dez brasileiros, ela também perde apoiadores no grupo de políticos e empresários que ditam o rumo do país. Até o ex-presidente Lula, seu mentor, lhe faz críticas cada vez mais contundentes. Com apenas seis meses de segundo mandato, Dilma está só, não exerce o poder na plenitude nem consegue mobilizar a tropa governista.
De quebra, é acossada por investigações que podem destituí-la do cargo – entre elas, a Operação Lava-Jato, que esquadrinha o maior esquema de corrupção da história do país. Diante de uma conjuntura assim, a maioria dos governantes optaria por mais diálogo, sensatez e pés no chão. Dilma não. Ela reage à crise com argumentações destrambelhadas, otimismo exagerado e erros primários de avaliação.
Rejeitada por nove em cada dez brasileiros, ela também perde apoiadores no grupo de políticos e empresários que ditam o rumo do país. Até o ex-presidente Lula, seu mentor, lhe faz críticas cada vez mais contundentes. Com apenas seis meses de segundo mandato, Dilma está só, não exerce o poder na plenitude nem consegue mobilizar a tropa governista.
De quebra, é acossada por investigações que podem destituí-la do cargo – entre elas, a Operação Lava-Jato, que esquadrinha o maior esquema de corrupção da história do país. Diante de uma conjuntura assim, a maioria dos governantes optaria por mais diálogo, sensatez e pés no chão. Dilma não. Ela reage à crise com argumentações destrambelhadas, otimismo exagerado e erros primários de avaliação.
Pior: como de costume, alimenta a agenda negativa.
Senador José Agrpino marca audiência da bancada do RN com a ministra da Agricultura para tratar sobre seca
11 de julho de 2015 às 1:43 — Comente aqui
O senador José Agripino Maia (DEM) agendou para terça-feira, às 18 horas, uma audiência com a ministra da Agricultura, Kátia Abreu.
Audiência com a bancada federal do Rio Grande do Norte.
Em pauta, a seca no Rio Grande do Norte e especificamente o que foi discutido em Caicó no sábado passado.
A distribuição de milho também será discutida.

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