Justiça manda soltar o empresário mossoroense Edvaldo Fagundes e outros presos da operação Salt
3 de junho de 2015 às 15:56 — Comente aqui
Da assessoria do Tribunal Regional Federal da 5ª Região:
TRF5 concede liberdade a acusados na “Operação Salt”
A Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 determinou, por unanimidade, a soltura do réu Edvaldo Fagundes de Albuquerque e outros investigados pela “Operação Salt”, da Polícia Federal no Rio Grande do Norte.
Os réus são acusados de integrar organização criminosa especializada na prática de sonegação fiscal, apropriação indébita previdenciária, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
O Colegiado seguiu o voto do relator, desembargador federal Paulo Machado Cordeiro, fundamentado nos seguintes argumentos: o próprio Ministério Público Federal pontuou que a organizaçao não tem demonstrado ações de caráter “periculoso”, no sentido de intimidar ou ameaçar testemunhas; no AGTR 139517/RN ficou determinada a indisponibilidade dos bens dos acusados, até que haja a perícia de bem dado em garantia à quantia supostamente sonegada; os passaportes dos principais responsáveis pelo grupo empresarial foram apresentados à Justiça, inexistindo risco de fuga a justificar a custódia cautelar.
O Colegiado seguiu o voto do relator, desembargador federal Paulo Machado Cordeiro, fundamentado nos seguintes argumentos: o próprio Ministério Público Federal pontuou que a organizaçao não tem demonstrado ações de caráter “periculoso”, no sentido de intimidar ou ameaçar testemunhas; no AGTR 139517/RN ficou determinada a indisponibilidade dos bens dos acusados, até que haja a perícia de bem dado em garantia à quantia supostamente sonegada; os passaportes dos principais responsáveis pelo grupo empresarial foram apresentados à Justiça, inexistindo risco de fuga a justificar a custódia cautelar.
“Analisando o tema, a despeito da gravidade dos crimes imputados aos pacientes, verifico que assiste razão à impetrante, devendo o decreto prisional preventivo ser revogado. Com efeito, não vislumbro no caso concreto o preenchimento dos requisitos do art. 312 do CPP: a prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria”, afirmou o desembargador federal Paulo Cordeiro.
OPERAÇÃO SALT – As ilegalidades das supostas ações do Grupo Líder, que desenvolve atividades na indústria de plástico, tecidos, resinas, extração de sal, revenda de combustível de veículos, entre outros, levaram a Polícia Federal a deflagrar a Operação Salt em dezembro de 2013. No início deste ano, a terceira fase da operação levou à expedição de mandado de prisão de 10 acusados em ações ajuizadas pelo MPF.
Seguindo o pedido do Ministério Público Federal, fundamentado na garantia de ordem pública e econômica, na conveniência da instrução criminal e em eventual risco de fuga, a custódia cautelar foi decretada em março deste ano. O Juízo da 8ª Vara Federal do Rio Grande do Norte considerou a magnitude dos valores obtidos à custa de crimes tributários, que foram ocultados e dissimulados, além do risco de fuga dos réus.
Por meio de 39 empresas, algumas fantasmas, criadas com os nomes de “laranjas”, a organização se dividiria em três núcleos, atuante desde 1990. O primeiro era administrativo, composto por pessoas que detinham poder e comando; o segundo era o operacional, formado por indivíduos cooptados pelos líderes, sendo considerados “laranjas”; e o último, era o contábil, responsável por instrumentalizar a constituição de diversas empresas fantasmas do grupo. Utilizando-se desse esquema, o Grupo Líder teria sonegado mais de R$ 527 milhões.
OPERAÇÃO SALT – As ilegalidades das supostas ações do Grupo Líder, que desenvolve atividades na indústria de plástico, tecidos, resinas, extração de sal, revenda de combustível de veículos, entre outros, levaram a Polícia Federal a deflagrar a Operação Salt em dezembro de 2013. No início deste ano, a terceira fase da operação levou à expedição de mandado de prisão de 10 acusados em ações ajuizadas pelo MPF.
Seguindo o pedido do Ministério Público Federal, fundamentado na garantia de ordem pública e econômica, na conveniência da instrução criminal e em eventual risco de fuga, a custódia cautelar foi decretada em março deste ano. O Juízo da 8ª Vara Federal do Rio Grande do Norte considerou a magnitude dos valores obtidos à custa de crimes tributários, que foram ocultados e dissimulados, além do risco de fuga dos réus.
Por meio de 39 empresas, algumas fantasmas, criadas com os nomes de “laranjas”, a organização se dividiria em três núcleos, atuante desde 1990. O primeiro era administrativo, composto por pessoas que detinham poder e comando; o segundo era o operacional, formado por indivíduos cooptados pelos líderes, sendo considerados “laranjas”; e o último, era o contábil, responsável por instrumentalizar a constituição de diversas empresas fantasmas do grupo. Utilizando-se desse esquema, o Grupo Líder teria sonegado mais de R$ 527 milhões.
Da ESPN:
Zico confirma chance de buscar presidência da Fifa: ‘Agora a possibilidade é real’
Diego Garcia, José Edgar de Matos e Tiago Leme, do ESPN.com.br
Horas depois de Joseph Blatter renunciar ao cargo de presidente da Fifa, um importante nome do futebol mundial manifestou certo desejo de ocupar a vaga. Na noite desta terça-feira, ninguém menos do que Zico manifestou-se sobre o assunto e, em contato com o ESPN.com.br, tratou a possibilidade como ‘uma possibilidade real’.
Em contato com a reportagem do ESPN.com.br, Zico trata a candidatura como uma possibilidade ‘real’. “É, por que, não? Agora a possibilidade pode ser real, pois antes era impossível como é na CBF e em outras confederações e federações pelo mundo”, respondeu o eterno camisa 10 da Gávea.
Horas depois de Joseph Blatter renunciar ao cargo de presidente da Fifa, um importante nome do futebol mundial manifestou certo desejo de ocupar a vaga. Na noite desta terça-feira, ninguém menos do que Zico manifestou-se sobre o assunto e, em contato com o ESPN.com.br, tratou a possibilidade como ‘uma possibilidade real’.
Em contato com a reportagem do ESPN.com.br, Zico trata a candidatura como uma possibilidade ‘real’. “É, por que, não? Agora a possibilidade pode ser real, pois antes era impossível como é na CBF e em outras confederações e federações pelo mundo”, respondeu o eterno camisa 10 da Gávea.
Sem o suíço, Zico acha que agora o caminho ficou aberto, ao contrário da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), presidida atualmente por Marco Polo Del Nero. “Lá (CBF), é impossível, assim como em outras federações e confederações”, repetiu o agora possível candidato à presidência da Fifa, ainda em conversa com a reportagem.
Zico está em Berlim, na Alemanha, para acompanhar a decisão da Champions League, entre Barcelona e Juventus, no sábado. Amigo de Michel Platini, presidente da Uefa, Zico negou, quando foi questionado pelo ESPN.com.br, que já esteja recebendo o apoio do francês em uma possível candidatura, pelo menos por enquanto.
A ‘possibilidade real’ descrita por Zico passa exclusivamente pela saída de Joseph Blatter. Nesta terça-feira, quatro dias depois de ser reeleito para o quinto mandado na presidência da Fifa, o suíço abandonou o cargo sem maiores justificativas. Toda a crise que culminou na renúncia ocorre após denúncias do FBI sobre a corrupção na entidade máxima do futebol mundial.
Em seu Facebook oficial, o ex-jogador também comentou sobre o assunto: “Por que não? Minha vida sempre foi dentro do futebol. Uma paixão que exerci com seriedade e respeito no Brasil e em outros países. Jantando com Sandra pensei nisso. Minha mulher e meus filhos me apoiaram”, escreveu o ‘Galinho’, que se apega a experiências anteriores para manifestar o desejo de ocupar o cargo mais desejado da política do futebol mundial.
“Fui Ministro dos Esportes, tenho experiência com meu clube e no apoio ao Kashima, ao Japão. Penso no futebol acima da política. Não tenho apoio ainda, mas se é aberto eu posso me candidatar à Fifa. Ainda é uma idéia… Quem sabe?”, escreveu.
A ‘possibilidade real’ descrita por Zico passa exclusivamente pela saída de Joseph Blatter. Nesta terça-feira, quatro dias depois de ser reeleito para o quinto mandado na presidência da Fifa, o suíço abandonou o cargo sem maiores justificativas. Toda a crise que culminou na renúncia ocorre após denúncias do FBI sobre a corrupção na entidade máxima do futebol mundial.
Em seu Facebook oficial, o ex-jogador também comentou sobre o assunto: “Por que não? Minha vida sempre foi dentro do futebol. Uma paixão que exerci com seriedade e respeito no Brasil e em outros países. Jantando com Sandra pensei nisso. Minha mulher e meus filhos me apoiaram”, escreveu o ‘Galinho’, que se apega a experiências anteriores para manifestar o desejo de ocupar o cargo mais desejado da política do futebol mundial.
“Fui Ministro dos Esportes, tenho experiência com meu clube e no apoio ao Kashima, ao Japão. Penso no futebol acima da política. Não tenho apoio ainda, mas se é aberto eu posso me candidatar à Fifa. Ainda é uma idéia… Quem sabe?”, escreveu.
*
O príncipe da Jordânia, Ali bin al-Hussein, que perdeu a disputa para Blatter, e o ex-jogador francês David Ginola já se colocam como candidatos à presidência da Fifa.
Al-Hussein concorreu contra o suíço na semana passada, mas foi derrotado, em primeiro turno, por 133 votos a 73.
Aceitou o resultado e não viu necessidade em disputar o segundo turno – o placar seria repetido, provavelmente.
Ginola também havia tentado disputar, mas não teve apoio de cinco de federações, um dos pré-requisitos para participar do pleito.
As novas eleições serão entre dezembro deste ano e março de 2015.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
SUA OPINIÃO VAI SIM AJUDAR A MELHORAR ESSE VEICULO DE COMUNICAÇÃO, AGRADESSE: GELCIONE SILVA