Total de visualizações de página

visitantes on line

FAÇA SUA PESQUISA:

terça-feira, 30 de junho de 2015

GIRO POLÍTICO:

ABEL FILHO VOLTA AO CARGO PARA QUAL FOI ELEITO.

Em cumprimento a decisão judicial do TJRN, a Câmara Municipal restabeleceu Dr. Abe Filho na função de Prefeito Municipal de Rafael Godeiro
A Câmara Municipal de Rafael Godeiro/RN, em sessão extraordinária, ocorrida hoje às 09:00 horas, cumprindo decisão judicial da lavra do Desembargador Dilermando Mota, restabeleceu no cargo de Prefeito Municipal, Dr. Abel Filho.
A população empolgada com o retorno do prefeito Abel Filho ao cargo foi busca-lo em casa, no Sítio Maniçoba, e o conduziram em carreata pelas ruas de Rafael Godeiro até a Câmara Municipal.
Abel Filho chegou a Câmara Municipal acompanhado do Deputado Estadual Carlos Augusto Maia, da Ex-prefeita Ludmila Amorim, da vice-prefeita Jandira Torres, que ocupou o cargo de prefeita durante oito dias, enquanto Abel esteve afastado, vereadores, suplentes e lideranças políticas das mais variadas.
A festa foi grande e o povo lotou as galerias da Câmara Municipal e a Avenida Benedito Julião de Medeiros, exercendo o Direito Constitucional de se reunir e manifestar sua vontade de forma pacífica. Esse direito está assegurado no inciso XVI do art. 5º da Constituição da República Federativa do Brasil. Quem disser o contrário não diz a verdade.

Fonte: https://www.facebook.com/vereadorcarlosdantas


JUSTIÇA BLOQUEIA BENS DE KARINA E OUTROS 19 POR DESVIOS DE R$ 13 MI DO MINISTÉRIO DOS ESPORTES.

Ação do Ministério Público Federal em Campinas atribui improbidade à ex-jogadora de basquete em convênios da Pasta com ONG ‘Pra frente Brasil’ entre 2006 e 2011 (governos Lula e Dilma).

A Justiça Federal decretou a indisponibilidade dos bens imóveis registrados em nome de 20 réus, entre pessoas físicas e jurídicas, envolvidos em supostos desvios de recursos provenientes de convênios com o Ministério dos Esportes entre 2006 e 2011 (governos Lula e Dilma). A decisão acolhe ação civil de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público Federal em Campinas no ano passado.
Por meio da ONG ‘Pra frente Brasil’, fundada e coordenada pela ex-jogadora de basquete, Karina Valéria Rodrigues – também ex-vereadora no município de Jaguariúna (SP) -, segundo a Procuradoria da República, os acusados teriam simulado várias licitações naquele período, inclusive com uso de empresas de fachada, para se apropriar de verbas do Programa Segundo Tempo ( Ministério dos Esportes), destinado ao incentivo de jovens à prática de esportes. Os prejuízos aos cofres públicos passam de R$ 13 milhões, segundo a ação.
As informações foram divulgadas nesta segunda-feira, 30, pelo site do Ministério Público Federal. Os réus da ação de improbidade já respondem a dois processo criminais. Os números dos processos penais são 0009346-51.2012.4.03.6105 e 0003833-34.2014.4.03.6105. A ação de improbidade administrativa tem o número 0008060-67.2014.403.6105. Para acompanhar a tramitação das ações, acessehttp://www.jfsp.jus.br/foruns-federais/.)
O esquema foi descoberto em 2012 na OperaçãoGOL de Mão, deflagrada em conjunto pela Polícia Federal, Procuradoria da República e Controladoria-Geral da União.
A ONG de Karina, um dos pivôs do escândalo que derrubou em 2011 o então ministro, Orlando Silva, do PC do B, recebeu da União mais de R$ 25 milhões. O ex-ministro, hoje deputado federal por São Paulo, não é citado na ação de improbidade.
Segundo a ação do Ministério Público Federal, “a principal articuladora das fraudes era a ex-vereadora de Jaguariúna Karina Valéria Rodrigues”.
A ação destaca que em 2003, ela montou, junto com outros integrantes do esquema, a ONG ‘Bola Pra Frente’, depois denominada ‘Pra Frente Brasil’. “Embora não figurasse oficialmente no quadro administrativo da organização, Karina era a verdadeira gestora das atividades. Entre 2006 e 2010, a entidade celebrou nove convênios com o Ministério dos Esportes, em valor total de R$ 25,9 milhões, para a execução de projetos do Programa Segundo Tempo.
A Procuradoria afirma, ainda, que “as quantias repassadas seriam usadas para gastos como a remuneração de monitores das atividades esportivas, lanche dos beneficiários, equipamentos e uniformes”.

Foto: JCHolambra

O ministro Henrique Alves (PMDB), que não é besta nem nada, e sabendo que precisa voltar à Câmara – de onde não deveria ter saído – em 2018, e que poderá disputar os votos dentro do ambiente da família Alves com o deputado Walter Alves (PMDB), hoje vice-líder do PMDB na Câmara e, claro, candidato à reeleição em 2018, tratou de fazer as pazes com o tio afim, deputado José Dias (PSD) e com a tia Diúda Alves.A relação de Henrique e Dias era estremecida há alguns anos.
Coisa de 2010 pra cá.
Com a tia Diúda, menos tempo.
Coisa da última eleição.
Mas Henrique que não é besta nem nada, relevou as agressões sofridas pelo tio afim, que nunca economizou nas palavras para definir o hoje ministro do Turismo.
Chegou a sair do PMDB, partido que liderava na Assembleia, alegando ter sido “botado pra fora” por Henrique.
“O presidente da Câmara é um desrespeito ao Brasil”, disse José Dias em uma de suas entrevistas ao Blog.
Eis abaixo alguns trechos de notas publicadas aqui sobre a “boa relação” entre o deputado estadual José Dias e o ex-deputado Henrique:
Em 12 de abril de 2011, quando deixou o PMDB:
“Eu fui botado pra fora”, declarou José Dias… 
Aproveitei a resposta do deputado para fazer outra pergunta: 
-Botado pra fora por quem? – quis saber… 
“Só pode ser pelo presidente. Ele não é o dono do partido?”, respondeu Zé Dias se referindo ao deputado Henrique Alves, presidente do PMDB. 
*
Em 28 de setembro de 2011, quando seu partido, o PMDB, presidido pelo então deputado Henrique Alves, aderiu ao governo Rosalba Ciarlini:
Ele diz que saiu do PMDB para se livrar do quase parente…mas não teve como se livrar, com a adesão de HA.
Segundo Zé Dias, em contato com o Blog, Henrique não tem o poder que aparenta ter.
“O que ele passa são peruas”…e traduz:
“Na linguagem doPÔQUER, ele diz que tem uma carta na mão, quando não tem”.
Traduzindo mais ainda: blefa.
“Com o governador Garibaldi ele prometeu o que não podia dar. Com o presidente Lula ele prometeu o que não tinha para dar”, criticou Dias, revelando que “pagou muito mico” no PMDB.
*
Em 10 de junho de 2014, se referindo à saída da então deputada Gesane Marinho do grupo do então candidato a governadorROBINSON Faria para apoiar a candidatura, também ao governo, do sobrinho afim Henrique Alves:
Sem medir palavras, Zé Dias disse que Henrique, sobrinho de sua esposa, “quando não compra, ameaça”, referindo-se aos apoios que vem sendo anunciados.
Irritado com o governadorável peemedebista, José Dias disse que “o presidente da Câmara é um desrespeito ao Brasil”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

SUA OPINIÃO VAI SIM AJUDAR A MELHORAR ESSE VEICULO DE COMUNICAÇÃO, AGRADESSE: GELCIONE SILVA