A convite dos produtores rurais integrantes do Movimento Grito da Seca, a deputada federal Zenaide Maia (PR) estará hoje em Acari.
Ela vai se reunir com o grupo logo mais às 10 horas na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, e em seguida visitar o Açude Gargalheiras para verificar a real situação do reservatório que abastece os municípios de Acari e Currais Novos.
Zenaide Maia é titular, na Câmara dos Deputados, da Comissão Externa destinada a acompanhar as ações de Combate à Seca no Semiárido Nordestino (CEXSECA).
Prefeitura prorroga prazo para retirada de camelôs do centro de Mossoró
30 de abril de 2015 às 12:54 — Comente aqui
O prefeito de Mossoró, Francisco Silveira Júnior, prorrogou para 7 de maio o prazo para desocupação das calçadas do Centro da cidade.
A alteração atendeu pedido do presidente da Câmara, Jório Nogueira, e dos representantes da Associação dos Ambulantes.
É que no dia 6 os ambulantes terão uma última audiência no Ministério Público na tentativa de reverter a decisão.
Caso o órgão não mude a decisão, será cumprida a ordem judicial vigente, que é a retirada dos ambulantes das vias.
Segundo o secretário interino de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Luiz Antônio, o Município está pagando multas diárias mas, mesmo assim, tem optado por fazer acordos com os ambulantes.
“Estamos dando todo o suporte a eles. No caso de retirada, vamos auxiliá-los com caminhões, material humano e outros meios necessários”, explicou o secretário.
I – A demora para a conclusão das obras do Complexo Viário da Aboliçãocontinua atormentando os mossoroenses. No último feriado dezenas de moradores fizeram uma mobilização na lateral do viaduto 2, entre os conjuntos Abolição II e III. O descaso do poder público com a obra vem causando uma revolta geral na cidade. O viaduto I (Santa Delmira) foi liberado, mas apresenta falhas no seu entorno, mesma situação do viaduto 3 (Nova Betânia); o viaduto 2 (Abolição) ainda não foi concluído; o viaduto 4 (Apodi) é o único que está funcionando a contento; o viaduto 5 (São Manoel) foi concluído, mas uma falha monstruosa em seu projeto impede sua liberação.
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II – Outra falha do projeto é a ausência de passarelas para pedestres. Atualmente, quem está a pé e precisa atravessar a avenida num dos 17 quilômetros de extensão do Complexo Viário, tem que se arriscar entre os veículos, além de pular uma enorme mureta que separa as duas vias da pista. A falta de iluminação e de sinalização luminosa também põe em risco quem trafega pelo local no período noturno. São muitas falhas, o que leva a crer que a obra – estimada em R$ 72 milhões – nem ao menos foi feita por um profissional.
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