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domingo, 12 de abril de 2015

ULTIMAS DO MOMENTO:

DO BLOG DE WILSON CABRAL:
NOTA DESTE BLOG: Pela 1ª vez concordo com o colega Wilson em gênero numero e grau. Jorio subiu em uma escada sem degraus para retornar e a queda será grande o suficiente para encerrar sua carreira política e infeliz, veja matéria:
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O vereador Jório Nogueira se aproximou do prefeito Silveira Júnior e conseguiu chegar a presidência da Casa do Povo, mas se acha hoje o rei da cocada preta e vai fazer um investimento ousado, mas sem retorno para ele e para os seus eleitores e para o povo de Mossóro, Jório está implanto uma TV Câmara, um investimento muito mais caro e mais ousado do que  construir a sede própria da Casa do Povo de Mossoró, a Casa faz parte do segmento dos sem teto, pois não tem sede própria, uma vergonha e Jório vai montar uma TV que o seu eleitorado não vai ter acesso, para o eleitor ter acesso a TV de Jório vai ter que pagar  100 reais por mês a TCM e quem ganha salário mínimo não vai assistir as sessões da Casa do Povo, antes assistiam pela TV Mossoró que é aberta, então o retorno Jório não vai ter, se ele pagava 20 mil reais a TV Mossoró, para ter um diretor competente da sua TV vai pagar no mínimo 15 mil reais, o equipamento deverá ser de primeiro mundo e numa hora que a prefeitura de Mossoró está em crise e faz um pacote para diminuir despesas, Jório vai esbanjar recursos impulsionados por sua vaidade, ai eu pergunto, cadê o oposicionistas Thomás e Geninval Vale que fazem um oposição odiosa ao governo de Silveira Júnior e esquece que o presidente da Casa joga o dinheiro do povo fora, numa vaidade impar de um fastígio faustoso, Jório está com tanta pose que quinta-feira chegou no restaurante a Tenda, lá tinha os empresários e o governador Robinson Faria falando de segurança pública, Jório voltou da porta e não entrou, ele se acha melhor do que os empresários de Mossoró e mostrou que não está nem ai para a segurança de Mossoró, Jório anda amuado  com ele mesmo e com sua vaidade, não sabe fazer do seu cargo benéfico para o povo de Mossoró, está isolado até mesmo dos seus pares, anda sozinho e cheio de pose e ainda quer ser candidato a prefeito de Mossoró, Jório se ligue que o eleitor é muito mais inteligente do que você pensa, tenho dito.

COMENTÁRIO DO FACE DE ARIMATEIA DO JUREMAL:

veja o que é cuturã o os feirantes veio e o povo correspondeu,não tem políticos que acabe com, a cultura do povo e tem mais os trabalhadores, rural e de projetos trabalha até os sábados aí como é que vão fazer a feira, tem que volta pra os domingos, não podemos deixá que gente que veio pracá, já tão rico agora quer atrapalhar, os pequenos isso é irresponsabilidade.de políticos que não quer o bem do povo pobre de barauna.
NOTA DO BLOG: APOIADO AMIGO, ESSA HISTÓRIA DE MUDAR O DIA DA FEIRA É COISA PRA QUEM NÃO TEM O QUE MOSTRAR A SOCIEDADE E QUER APARECER A QUALQUER CUSTO, MAS SE DEU MAL...

PARA GOVERNO, PESQUISA PREOCUPA MAIS DO QUE PROTESTOS.

Avaliação feita por integrantes do governo é que apesar da onda de protestos deste domingo (12) ter sido menor até o momento do que o evento do dia 15 de março, isso não significa que ela é menos importante. A maior preocupação no núcleo do Palácio do Planalto é com a manutenção da desaprovação recorde de Dilma, na casa dos 60% de pessoas que consideram o governo ruim ou péssimo. Isso acontece num momento em que ogoverno acaba de completar 100 dias do segundo mandato
“Temos que responder a essas reivindicações. Uma manifestação menor não significa que o povo que ficou em casa - e não foi protestar - está satisfeito. Pelo contrário. A pesquisa mostra que a insatisfação é enorme. Por isso, é preciso cautela”, observou um auxiliar palaciano.
A presidente Dilma Rousseff está sendo monitorada pelos ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Secretaria Geral, Miguel Rossetto, sobre as manifestações de hoje. Os dois passaram a manhã no Ministério da Justiça. Até o momento, a avaliação é que os protestos de hoje são menores e com duração de tempo mais reduzida do que as manifestações de 15 de março.
Pesquisas internas indicam que o motivo do crescimento expressivo da rejeição de Dilma está associado a uma mistura explosiva de dois fatores: a crise econômica, com o aumento generalizado de preços, e o escândalo de corrupção na Petrobras.
Por isso, Dilma passou a insistir nos últimos dias com esses dois assuntos: entrevistas e pronunciamentos para justificar o ajuste fiscal e tentar se blindar da agenda negativa na Petrobras.
Mas há o reconhecimento no governo que a popularidade só voltará a crescer quando a situação da economia melhorar. E só quando isso acontecer, é que ela retomará o controle da base aliada no Congresso Nacional.

Fonte: http://g1.globo.com/politica/blog/blog-do-camarotti

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