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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

FLEXES DE HOJE:

MORADORES AQUI DO COSTA E SILVA BAIRRO EM QUE MORO FAZEM PROTESTO NESTE MOMENTO INTERDITANDO A BR POR CONTA DE DUAS LOMBADAS QUE FORAM RETIRADAS DA BR, SEM AS LOMBADAS OS MORADORES SETEM DIFICULDADES EM ATRAVESSAR A BR PARA LEVAR OS FILHOS ATE ESCOLA.
APROVO E PARTICIPEI POIS MANIFESTAÇÃO PACÍFICA É UM DIREITO ADQUIRIDO NOSSO.

Já Já
Na noite do sábado, o governador eleito Robinson Faria foi agradecer os votos que teve nos municípios de Tangará e Elói de Souza.
Em Tangará, Robinson teve uma maioria de 464 votos no primeiro turno, ampliada para 2.310 no segundo.
Em Elói de Souza, a maioria passou de 74 para 352.
“Vamos retribuir o apoio de vocês com um governo eficiente, com bons resultados para a população”, destacou Robinson.
“Vamos incentivar o turismo na região, o potencial na gastronomia e o desenvolvimento econômico e social”, discursou o governador eleito nos palanques de ontem.
Tangará
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Elói de Souza


Para onde vai a secretária de Planejamento da Prefeitura de Natal, Virgínia Ferreira?
No zum-zum-zum da formação do secretariado do governador eleito Robinson Faria, o nome de Virgínia é citado em 10 entre 10 apostas para a pasta do Planejamento estadual.
Virgínia nunca conversou com Robinson sobre o assunto, e ao Blog, garantiu que, ao contrário do que foi divulgado, nunca fez reuniões para pedir votos para o governador eleito.
"Não sei de onde tiraram isso", disse Virgínia, que está em casa acometida de uma virose, o que impediu de continuar a conversa com o prefeito Carlos Eduardo, que lhe pediu para permanecer no cargo e até ofereceu condições para que isso aconteceça.
É que Virgínia anda cansada.
O trabalho na Prefeitura ultrapassou o prazo que ela se deu para assumir a pasta na atual gestão, que seria de um ano.
"Mas a gente acaba se envolvendo e ficando", afirmou a secretária que está de cama, em casa.
Se Virgínia vai ficar no Planejamento da Prefeitura…as conversas ainda não definitivas com o prefeito é que vão dizer.
Conversas que já começaram, mas ficaram pela metade, ainda.
De vantagem na Prefeitura, o salário.
O reajuste dos cargos comissionados, finalmente, foi sancionado pelo prefeito Carlos Eduardo e o salário de secretário está na faixa de 12 mil reais.
O do governo, não chega a 7 mil.
Virgínia garante que esse fator não altera qualquer decisão que venha a tomar.
Mas reforça que, a decisão do prefeito, de finalmente atender o pleito do seu quadro de funcionários, poderá ajudar a segurar o que ele tem de bom nos quadros da Prefeitura, evitando uma migração para o Governo do Estado.
A menos que Robinson, tão logo assuma o governo, siga a medida do prefeito e alinhe os salários da tchurma que vai tomar conta do Rio Grande do Norte a partir de janeiro.

A transição entre os governos Rosalba Ciarlini e Robinson Faria começa nesta segunda-feira, com a apresentação dos nomes da equipe do futuro governo, comandada pelo vice-governador eleito Fábio Dantas.
Mas… a campanha para prefeito de Natal, em 2016, já começou em Natal e no interior.
Muitos dos resultados das urnas em municípios do interior, com um perfil no primeiro turno e outro perfil no segundo turno, já se devem ao início da disputa de daqui a dois anos.
Em Natal, já lançado o nome do deputado Fernando Mineiro, do PT, que foi candidato em 2012 e quase chegou ao segundo turno.
Lançamento atribuído ao governador eleito Robinson Faria na festa da vitória.
Porém, Robinson só ecoou o coro que o PT vem cantando há tempos, desde que Mineiro quase vai para o segundo turno com o eleito Carlos Eduardo (PDT), que disputou até o fim mesmo foi com o deputado Hermano Morais (PMDB).
Além de Mineiro, outros nomes despontam como prováveis candidatos.
O deputado Rogério Marinho (PSDB), mais votado federal é um deles.
Também disputou em 2012.
E o próprio prefeito Carlos Eduardo (PDT), que deverá disputar reeleição.
Portanto, no ar o mesmo cenário de 2012.
Mineiro e Rogério vão levantar a bandeira das votações.
Carlos Eduardo, das obras de mobilidade.
As que já foram concluídas e as que estão para serem construídas.
Túneis e viadutos nos planos dos próximos dois anos.

O deputado estadual reeleito, Agnelo Alves (PDT), tio do candidato derrotado ao governo do RN, Henrique Alves (PMDB), ecoa hoje, em entrevista à Tribuna do Norte, a campanha recém-lançada para culpar a robusta chapa proporcional que “apoiava” Henrique, pela sua derrota.
Para Agnelo, os candidatos pensaram só nas suas campanhas e, principalmente, os deputados filhos de lideranças, que os pais focaram só nas campanhas dos filhos.
Na entrevista sem assinatura de repórter-entrevistador, o deputado-jornalista fez a declaração quando provocado a avaliar o posicionamento de lideranças com filhos disputando cargos, como o ministro Garibaldi Filho (Walter Alves), o presidente da Assembleia, Ricardo Motta (Rafael Motta), e o senador José Agripino (Felipe Maia), porém, se apressou em tirar a culpa de Garibaldi, ao afirmar que ele trabalhou muito para eleger o candidato majoritário.
Também citou o deputado Fábio Faria (PSD) como filho de candidato, porém mostrando a atuação contrária, de direcionamento do foco de Fábio para o pai Robinson Faria, eleito governador.
*
Resta saber se os deputados irão se manifestar.
Poucos dias antes do segundo turno da eleição, o deputado eleito José Adécio (DEM), que no primeiro turno apoiou Henrique e no segundo ficou com Robinson, acusou a coordenação da campanha de Henrique pelo insucesso na primeira fase da campanha.
Aguardar agora como irão se posicionar os outros “culpados”, federais e estaduais.


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