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terça-feira, 28 de outubro de 2014

GIRO POLÍTICO:

O POVO BRASILEIRO DECIDIU CONTINUAR COM O MESMISMO, A DILMA FOI REELEITA E COM ELA A CORRUPÇÃO DA PETROBRAS, SERÁ QUE É REALMENTE ISSO QUE NOS MERECEMOS?  DILMA REALMENTE NÃO TEM PARTICIPAÇÃO NO ESCÂNDALO DA PETROBRAS? SÃO PERGUNTAS SEM RESPOSTAS, SÓ SE TEM UMA CERTEZA A DE QUE O POVO GOSTA DE SOFRER E DE SER ROUBADO, OU VOCÊ LEITOR VAI DIZER QUE QUE TODO ESSE ROUBO DA PETROBRAS É CULPA SÓ DO DOLEIRO? SEJAMOS COERENTE, ESTAMOS EM UMA DITADURA DISFARÇADA ONDE O PT " DITA A DURA" A MAIS DE 10 ANOS, ACORDA BRAISL, NOSSOS FILHOS IRÃO PAGAR POR NOSSOS OU ALIAZ PELO ERRO  DE VOCÊS´, POIS EU NÃO VOTEI NA DILMANDONA...


RESTEGUE DE HOJE:
NÃO ESQUEÇAM O QUE ELES ESCREVERAM.
A imprensa brasileira escavou o poço da dignidade no último fim de semana, em sua derradeira e desesperada tentativa de reverter a direção dos votos para a Presidência da República. Como na tradição recente, coube à revista Veja dar partida ao factoide que deveria interromper a tendência dos indecisos em favor da candidatura do Partido dos Trabalhadores. Não foi suficiente. Ainda que por margem estreita, Dilma Rousseff se reelegeu.
Na segunda-feira (27/10), em processo de digestão do resultado indesejado, os principais jornais de circulação nacional assumem o discurso da conciliação proposto pela candidata vitoriosa e por seu oponente. A mais disputada eleição presidencial do presente século se encerra sob o signo da reforma política, tema que dominou a manifestação de Dilma Rousseff e que ganha algumas manchetes. Mas a proposta vem acompanhada de uma dúvida razoável: o Congresso Nacional abriria mão de decidir as novas regras em favor de um plebiscito, como propõe a presidente?
A profusão de análises que a imprensa oferece desde o começo da noite de domingo (26) dá ao leitor a sensação de que havia uma enorme riqueza de reflexões escondida por baixo do noticiário e das opiniões publicadas ao longo da campanha eleitoral.
O respeitoso perfil da presidente da República (ver aqui), apresentado na edição do Globo de segunda-feira, por exemplo, teria sido mais útil aos eleitores antes da votação. A reportagem, intitulada “Dilma Rousseff: a extraordinária história da clandestinidade à reeleição à Presidência”, teria estabelecido parâmetros mais claros para a comparação entre as duas candidaturas.
Essa e outras surpresas da segunda-feira, como as apreciações mais equilibradas sobre a situação econômica do país, mostram como a mídia desenhava uma visão catastrofista durante a campanha e agora oferece um cenário diferente, diante do fato consumado da vitória petista.
O rescaldo desse jornalismo oportunista e manipulador é a safra de ódio e preconceito que a sociedade colhe nas redes sociais, onde se manifestam os baixos instintos das classes médias tradicionais contra os que ascendem socialmente com a redução da pobreza, o preconceito do Sul contra o Norte e o Nordeste.
Sessão de descarrego
A imprensa que se apresentou no fim de semana, dando curso ao factoide fabricado pela revista Veja e estendendo a repercussão de boatos sobre o suposto envenenamento do doleiro que alimenta o escândalo da Petrobras, é muito diferente daquela que tenta interpretar sua própria derrota nas urnas. Ou alguém ainda duvida de que o resultado da votação contraria os desejos da mídia hegemônica?
Ao alimentar especulações, na fase final da disputa, a mídia ofereceu meios de racionalização para os insensatos que acreditam em qualquer coisa que venha a confirmar suas alucinações.
Não são poucos os cidadãos de alta renda e alta escolaridade que creem piamente que o avião em que morreu o ex-governador Eduardo Campos no dia 13 de agosto foi sabotado por petistas, que aceitam como fato qualquer declaração de um criminoso reincidente premido pela iminência de uma nova condenação, ou que acreditam que ele pode ter sido envenenado por ordem do governo federal, ou que as urnas eletrônicas são controladas por agentes comunistas por meio de telefones celulares.
A opção da imprensa por estimular o radicalismo, ao mesmo tempo em que seus editoriais condenavam hipocritamente as trocas de farpas entre os candidatos, é o fermento da insensatez que define muitos votos, que afeta o discernimento em ambos os lados do espectro ideológico em que se divide o país e estimula atitudes radicais como a dos militantes que picharam a sede da Editora Abril.
A origem desse estado de espírito avesso à convivência democrática é a linguagem virulenta dos pitbulls que foram alistados nas redações para substituir a narrativa jornalística pelo discurso da intolerância.
Os jornais amanhecem na segunda-feira (27) plenos de reflexões ponderadas, como se tivessem passado por uma dessas sessões de “descarrego” exibidos em programas religiosos na televisão. Como aquele sociólogo que virou presidente, é como se as redações estivessem pedindo: “Esqueçam o que nós escrevemos”. Mas a natureza da imprensa brasileira é aquela que dominou as 48 horas anteriores à abertura das urnas: é o vício da manipulação.

Fonte: Luciano Martins Costa/http://www.observatoriodaimprensa.com.br/
 
 
 

OAB E MINISTÉRIO PÚBLICO ORIENTAM: PRECONCEITO CONTRA NORDESTINOS E PESSOAS COM IDEAIS DIFERENTES É CRIME.

A OAB e o Ministério Público estão coletando casos de preconceito contra nordestinos, pobres e eleitores vitoriosos, que explodiram na internet após a derrota do candidato da extrema direita Aécio Neves. A atitude preconceituosa é passível de cadeia, após processo com esse objetivo.
Veja o que fala o presidente da OAB: "O Brasil é uma nação plural, tolerante e respeitosa. Essas manifestações preconceituosas contra nordestinos advêm de uma minoria e merece ser repudiada pela sociedade brasileira", disse o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho.
É impossível para o Ministério Público abrir processo contra todos esses criminosos virtuais. Mas alguns servirão de exemplo. Por isso, sempre que você ver um caso criminoso como este, denuncie no Ministério Público.
Basta ir no link e preencher os formulários: http://goo.gl/4fY5xZ

Fonte: Política do Face II/https://www.facebook.com/LucianoSCRamos
 
 
ROBINSON FARIA ANUNCIA QUE VAI CRIAR UMA LOTERIA ESTADUAL.
O governador eleito Robinson Faria confirmou que renegociará as dívidas do Estado e anunciou a criação de uma loteria no Rio Grande do Norte, com 100% dos recursos voltados para a área social. Ontem, durante uma intensa agenda de entrevistas, Robinson disse que o projeto da loteria estadual já foi aprovado na Assembleia Legislativa, quando ele ainda era deputado, e agora retomará no comando do Executivo.
“Toda renda será revertida para crianças e adolescentes abandonados. A lotérica será feita com jogos de loteria e 100% dos recursos voltados para as causas sociais”, detalhou.

Fonte: http://blog.tribunadonorte.com.br/panoramapolitico
 
GIRO PELOS BLOGS DA VIDA:
 
DO BLOG DE WILSON CABRAÛ:
 

Robinson teve votação espetacular em Natal, Parnamirim, Mossoró e Pau dos Ferros

População ignorou completamente o apelo das lideranças políticas dos município e resolveu dar um não ao candidato do acordão

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Deixar o voto nulo e o branco para escolher um governador, apesar de ser o maior destaque dos números desta eleição, não é o único fato que chama a atenção. A vitória de Robinson em cidades onde Henrique deveria ter tido uma ampla vantagem, também surpreendeu. Afinal, acabou por mostrar que as lideranças políticas, apesar de trabalharem, não tem um poder tão grande, quanto o esperado, na transferência de votos. Foi a chamada “vitória do voto livre”, dita e repetida por Robinson durante todo o segundo turno.
PAU DOS FERROS
Em Pau dos Ferros, por exemplo. Henrique Alves perdeu no primeiro turno e, no segundo turno, a equipe de apoiadores dele sofreu uma baixa importante: o atual prefeito Fabrício Torquato. Mesmo assim, o deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM) e o ex-prefeito Leonardo Rêgo (DEM) garantiram que ele venceria no segundo turno, porque iriam se empenhar ainda mais nisso. Henrique se empolgou e Pau dos Ferros foi uma das cidades que ele visitou e que mais o deixou animado, devido a recepção do povo na rua.
Porém, lá, Robinson ganhou mais uma vez no segundo turno. E ampliou a vantagem. Teve 5,9 mil votos no primeiro turno e conseguiu 9,4 mil no segundo. Henrique, que obteve 5,7 mil, teve apenas 5 mil neste domingo. Ou seja: 700 votos a menos mesmo com todo a promessa e empenho das lideranças locais.
Apesar de emblemático, Pau dos Ferros não foi o único. Em Parnamirim, Henrique teve o apoio do ex-prefeito e principal liderança Agnelo Alves (PDT) e do atual prefeito Maurício Marques (PDT). E, mesmo assim, também perdeu por quase 11 mil votos.
NATAL
Em Natal, o prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) mostrou que não conhece seu eleitor e chegou a dizer, na semana antes da votação, que não acreditava que alguém saisse de casa para votar em Robinson. Os eleitores não só sairam e votaram, como deram uma vitória de quase 15 mil votos de maioria para o candidato do PSD.
Isso mostrou que o apoio de dois terços da Câmara Municipal e do prefeito – que intensificou a participação dele na campanha neste segundo turno ao dar declarações como essa – não surtiram tanto efeito na campanha de Henrique. O peemedebista saiu de 130 mil votos, para 160 mil. Robinson, por sua vez, conseguiu apenas 99 mil no primeiro turno, mas chegou aos 175 mil neste segundo turno.
MOSSORÓ
É claro que houve cidades onde o trabalho das lideranças surtiu efeito. Mossoró é um exemplo disso. Lá, o prefeito Francisco José Júnior, do PSD, que já havia dado a vitória para Robinson no primeiro turno, prometeu e conseguiu ampliar a votação dele no segundo turno.
De 52 mil votos no primeiro turno, Robinson Faria alcançou surpreendentes 79 mil no segundo turno. A vantagem, que foi de pouco mais de 20 mil no dia 5 de outubro, chegou aos 48 mil votos neste domingo 26
NOTA DO BLOG> EM BARAÚNA COM 17, 412 ELEITORES, A VITÓRIA DE ROBINSON SOBRE HENRIQUE ALVES FOI DE 3.834, SE VOCÊ FIZER AS CONTAS, APENAS MOSSORÓ DEU UMA VITÓRIA PROPORCIONALMENTE MAIOR QUE BARAÚNA.
 
 
 

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