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sábado, 29 de março de 2014

GIRO DO FIM DE SEMANA:


ESTADUAL:

DEPUTADO HENRIQUE ALVES ENCERRA DISCURSO HOMENAGEANDO O PAI ALUÍZIO ALVES.

“Um homem que disse vim para lutar, vim para ficar, vim para vencer. Nem de longe o talento, o brilhantismo, a vocação dele para dizer que vim para lugar, para ficar, para vencer. Sei das minhas limitações. Mas digo a todos, 44 anos depois, com as marcas, cicatrizes, com tatuagens no corpo, mas não na alma, venho para unir, venho para agregar, venho para somar e dar as mãos e mudar o Rio Grande do Norte”, disse.

HENRIQUE ALVES: "NÃO QUERO ME IMPOR, QUERO ME OFERECER COMO CANDIDATO AO GOVERNO DO RIO GRANDE DO NORTE".


O deputado federal Henrique Eduardo Alves está discursando, neste momento, no evento do PMDB. Ele se emocionou ao lembrar da cassação do pai, Aluízio Alves, e do sonho que ele tinha de disputar o Governo.
“A vida pública não pode ser imposta. Tem que ser conquistada, convencida. Quero me oferecer como candidato a governador do Rio Grande do Norte”, destacou.





BARAUNA: (DO FACEBOOK)

Fábio Fábio Abreu também comentou o status de Tértulo Alves.
Fábio escreveu: "Baraunenses, se não for tomado uma providencia urgente a casa do povo vai virar ringue para briga, ouvi o depoimento de duas vereadoras e as mesmas me informaram que estão com medo de ir exerce a sua função de legislador com medo de serem agredidas, isso é terrível, e a falta de respeito entre os legisladores está bem acentuada, estão deixando se levar para a politicagem partidária que deveria ter sido abolida junto com os escravos. Eu me pergunto será que quero ser baraunense, com mandatos de prefeitos na justiça, vereadores brigando na câmara, populares vaiando e agredindo parlamentar com palavras de baixo calão e pessoal, por não aprovar um Decreto Lei para contratação de 150 pessoas, isso é um absurdo..."



Edson Barbosa também comentou o status de Tértulo Alves.
Edson escreveu: "Acho e entendo que pegou mai a forma em que foi expressa a situação... Cabe ai respeito aos colegas."


Wilson Cabral comentou o seu status.
Wilson escreveu: "Gelsione à Casa do Povo tem um regimento, nas sessão anterior não foi cumprido e por isto a vereadora foi ofendida moralmente, quando foi exigir respeito um colega seu disse que tudo que disseram com ela foi a voz do povo, enganou-se e desrespeitou uma mãe de família, esposa exemplar, filha dedicada aos seus pais, política preocupada com o seu e a sua região, além de uma boa irmã e prole respeitada, ou Tertinho cumpre o regimento da Casa e expulsa os vândalos morais ou este ano não vai haver sessão, Tertinho chame a polícia para manter a ordem e a integridade dos presentes."

   
Elaine Rocha
28 de março às 20:51
o pessoal xingar a veriadora e o outro falar que a voz do povo e a voz Deus perai ne ate eu tinha partido pra cima!!!

   
Henrique Oliveira Da Silva Romão Adv
28 de março às 17:35
Omi num se avexe não, cenas como aquela são tão comuns no interior desse Brasil, acho até que o Presidente num teve culpa, num foi ele que provocou, afinal ele fez o que tinha de fazer preferiu encerrar a sessão.

POLÍTICA:
Chapa apresentada:
Henrique Alves governador e João Maia vice.
Como disse o ministro Garibaldi Filho.
Eis a chapa, num clique da câmera do fotógrafo-blogueiro Cláudio Abdon.

20140328-165734.jpg

 Sai exoneração do secretário democrata Leonardo Rêgo
Um DEM a menos no Governo Rosa.
Publicada hoje no Diário Oficial a exoneração do secretário de Recursos Hídricos, Leonardo Rêgo.
O pedido já havia sido feito.
Leonardo aproveitou o período de desincompatibilização para sair, justificando que poderá ser o candidato da família a deputado estadual.
Há quem diga que o pai Getúlio Rêgo será candidato à reeleição.


Foi visível o cuidado que a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) teve em seu discurso no evento de lançamento da chapa Henrique governador, João Maia vice e a própria…senadora.
Senadora?
O clima não era bem esse entre os wilmistas.
Até a entrada dela no auditório mega-lotado não foi aquela apoteose toda, própria da Guerreira.
A Juventude Guerreira não apareceu.
Os wilmistas por paixão…alguns ficaram em casa.
Muitos prefeitos do PSB não foram.
Os gritos de guerra de sempre…não gritaram.
Um grupo pequeno acenava com um ‘Henrique no governo e Wilma no Senado’…
Várias leituras.
Uma deu conta de que Wilma não quis provocar a Justiça Eleitoral.
O clima era de comício, mas ela foi cuidadosa e respeitou o calendário.
Não se apresentou como candidata, mas apontou para Henrique como “pré-candidato ao Governo”.
*
Outra leitura foi de que a ‘coisa’ entre ela e o PSB do presidenciável Eduardo Campos, não ficou muito bem resolvida.
A reunião da quinta-feira teve nuances que pouca gente descobriu, a não ser os deputados que acompanharam Wilma a Recife.
O que foi divulgado, por Wilma e pelos companheiros de partido, foi que Campos queria que Wilma adiasse o anúncio da candidatura ao Senado numa chapa com o PMDB, para depois do dia 14 de abril, quando a candidatura dele a presidente da República será anunciada.
Confesso que achei bonitinho…mas…não engoli.
Não seria uma candidatura no nosso Riograndedonortezinho que iria tirar o brilho de uma candidatura à Presidência da República.
Também não acreditei nessa versão, assim como você, caro leitor…
*
A versõ que o Blog soube como certa foi a de que o clima foi mesmo de ‘adiamento’ que Eduardo Campos tentou impor a Wilma, e numa reunião tensa no Palácio Campo das Princesas.
Como escrevi aqui esses dias, Eduardo Campos não queria o pacote pronto como Wilma levou. Queria, ele próprio, ter negociado com Henrique a liberação de Wilma.
E com isso ganhar créditos com o PMDB em alguns lugares do Brasil, via presidente da Câmara.
No clima tenso do Palácio em Pernambuco, ficou definido que o PSB apoiaria o PMDB, desde que o PMDB fechasse a chapa com o PSB em Mossoró.
Tudo fechado…mas esse pacote também estava pronto.
A candidata à prefeita Larissa Rosado há muito anda com o vice do PMDB, Alex Moacir, a tiracolo.
Ontem, no lançamento da candidatura de Henrique, os dois estavam lá, e coube a Garibaldi apresentar a chapa mossoroense.
*
-Entre os wilmistas com mandato e os aliados da chapa, tudo está resolvido e Wilma vai seguir candidatíssima ao Senado.
Sem mudanças e sem surpresas pela frente.
-Entre os wilmistas sem mandato…a Guerreira não está satisfeita e ainda pode causar grandes emoções nessa campanha.
A frase célebre que virou hino do ex-presidente Lula – “Sem medo de ser feliz” – pronunciada por Wilma em seu discurso, foi entendida por alguns cmo ‘a senha’.
-Entre os frios, calculistas, que entendem a política, mas não sentem a política…essa chapa ainda vai dar confusão…

O governadorável assumido Henrique Alves (PMDB) parecia com a cabeça menos confusa do que a de Wilma, e apareceu como o defensor da ex-governadora.
As alfinetadas no PT foram ‘a senha’ de Henrique.

“Os que hoje me criticam, há 30 dias diziam que me queriam para ser candidato e para apoiar a senadora deles”.
A frase de Henrique teve endereço certo: a deputada Fátima Bezerra (PT), candidata ao Senado e principal adversária de Wilma.
Os tiros não pararam por aí: “esse pessoal com duas letras no alfabeto…”…foi na cara do PT.
Henrique falou da ditadura, dos tempos duros de cassação de sua família, dando a entender que ele realmente viveu a esquerda que o PT do Rio Grande do Norte apenas prega.
Henrique apontou o dedo para o partido que vai disputar com sua senadora.
“Wilma é minha senadora”, declarou Henrique, afirmando que hoje ‘reconhece a força dela e a força do partido dela’.
Pediu salva de palmas para ela, e disse que terá pela frente ‘uma governadora de 8 anos para me fazer errar menos’
Henrique cuidou de Wilma como nenhum wilmista ali faria.
Resta saber se, passada a campanha, caso a chapa seja eleita, o amor vai continuar explodindo os corações dos dois, e os 8 anos de Wilma servirão para alguma coisa.


Apesar de uma placa indicando “palestra do PMDB” numa porta de acesso ao auditório do Hotel Praiamar, o que aconteceu mesmo foi um comício.
E ponto.
Se pode ou se não pode…a justificativa é de que entre 4 paredes tudo é permitido.
No amor, compreensível. Necessário.
Na política, questionável.
Pelo menos antes das convenções, do prazo da propaganda eleitoral…
O que foi anunciado como uma reunião, foi um lançamento de candidaturas, sim.
Com direito a ‘vamos à vitória’, a ‘vamos marchar unidos’…e as declarações explícitas de que ‘Henrique será um grande governador’, que ‘o vice é João Maia’, que ‘Wilma é senadora’…
Presidente de honra do PMDB, o ex-governador Geraldo Melo presidiu a sessão…ou comandou o comício aberto pelo ministro Garibaldi Filho, que foi pontual, e vendo o atraso dos candidatos, resolveu segurar o povo.
Garibaldi foi explícito e disse que a chapa era Henrique para o governo, João Maia vice e Wilma para o Senado.
E criticou os atrasos do candidato, lembrando que Henrique ‘está sempre chegando atrasado’.
“Eu se fosse o candidato a governador era o primeiro a chegar”, discursou Garibaldi, que foi quem anunciou a chegada de Henrique e a chegada de Wilma.
*
Terminado o evento, Garibaldi foi terminar de arrumar as malas para viajar a Portugal…
Sem se licenciar do Ministério.
Viajou na madrugada, como queria: deixando em Natal a casa arrumada.
Ou não?


E o governadorável Henrique Alves não conseguiu concluir seu discurso de apresentação de candidatura.
Primeiro deu uma parada por causa de um apagão.
Depois…passou mal.
Quando falava, silenciou e baixou a cabeça.
Depois foi arriando para trás…e levado.
Não foi para o hospital, mas direto para casa.
Saiu no carro do deputado George Soares (PR), o primeiro que apareceu na saída do Praia Mar.
*
Já passado o susto, pelo twitter perguntei se havia passado mal por causa do calor,
Eis a resposta:

“Também. Mas muita emoção. Multidão superou expectativas. Muito carinho. Apoios. Responsabilidade agora de unir RN. Começar”
*
Nos bastidores apertados do Praia Mar, definição de um henriquista frio: “Calor, emoção…e medo”.
Lembrando que mais de 40 anos depois, Henrique optou por mudar de vida.
E pela primeira vez em toda sua vida, entra numa disputa, que pode estar parecendo fácil, mas não deixa de ser arriscada.
Arriscada ao ponto de, não dando certo, deixará o deputado de 11 mandatos consecutivos, o mais antigo do Brasil…sem uma tribuna para falar todos os dias.

O governadorável Henrique Alves disse em seu discurso que não vai atacar a governadora Rosalba Ciarlini na sua campanha.
E nem pode.
Henrique fez parte até bem pouco tempo do governo Rosa.
Chegou a dar declaração, que chegou a fazer tremer o ministro Garibaldi Filho, dizendo que o PMDB deveria apoiar a reeleição de Rosalba.
A memória curta já apagou a declaração, mas o Blog reacende a luz.
“Não quero dizer uma palavra contra Rosalba. Não votei nela e apoiei seu governo, sim”, disse Henrique.
“A governadora Rosalba não merecerá de mim nenhuma crítica pessoal que seja, mas seu governo não respeitou, não ouviu, se isolou e se desencontrou”…
E as críticas ao Governo começaram ali mesmo.
Depois do apagão que suspendeu por pouco tempo o seu discurso, disse que aquele era o apagão que havia se abatido sobre o Rio Grande do Norte.
*
Henrique sabe o que diz quando afirma que não vai criticar Rosalba.
E sabe muito mais do que isso, que até as críticas ao Governo terão que ser superficiais.
Qualquer ponto a mais, qualquer discurso um pouco mais ousado, bate na cara da “sua senadora” Wilma de Faria, governadora que antecedeu Rosalba


Para Henrique, o líder do RN é Garibaldi
O choro marcou o discurso de Henrique.
Aliás, o choro tem marcado a vida de Henrique.
Faz tempo que não se ouve um discurso do governadorável que não tenha sido interrompido por um frame pelo menos de choro.
Um desses momentos no lançamento de sua candidatura ao Governo, ontem, foi quando se referiu ao ministro Garibaldi.
“Garibaldi, meu líder. Garibaldi, o líder do Rio Grande do Norte não sou eu. Não sou eu! É Garibaldi”.
Henrique, na sua tonalidade mais madura, como se diz, conhece a realidade dos números e contabiliza pontos de rejeição. Daí a humildade de transferir a Garibaldi o que de fato é de Garibaldi.

 João, o vice
Depois da tempestade…
No meio do seu discurso de candidato a governador, o deputado Henrique Alves chamou o deputado João Maia para perto dele.
Só não o chamou de vice…porque não podia…
“Vem cá João Maia. Esse cara aqui é meu companheiro na Câmara Federal”, apresentou Henrique, falando de JM “pela qualidade dele e de seus conhecimentos”…
“Meu querido João. Eu preciso de você para fazer a virada do Rio Grande do Norte”…
*
Aliás…sobre o que podia e o que não podia ali, Henrique começou o discurso como quem pedia uma trégua à justiça eleitoral, depois de tudo que ouviu.
Depois dos discursos de comício, principalmente do prefeito Carlos Eduardo (PDT), que fez o discurso mais aguerrido de apoio e de candidatos…mais parecia a convenção.
“Este é um ato estritamente legal”, avisou Henrique, afirmando que ali não estava acontecendo um evento de lançamento de candidatura. Era apenas uma reunião…
Tá…


Terminado o comício ontem, juntando peças e fazendo cálculos, ficou a impressão nítida de que naquele palanque lotado, que ainda vai acomodar alguns partidos, como o DEM do senador José Agripino, não tem mais espaço para um que Henrique sempre tentou atrair: o PSD do vice-governador Robinson Faria.
O que seria Robinson na chapa majoritária, para justificar uma desistência dele da candidatura ao governo?
O que seria o deputado Fábio Faria dentro do arco de alianças para formação da chapa proporcional já mega-lotada?
Mas…
Há quem diga que os laços de amizade entre Henrique e Robinson ainda vão tentar unir os dois.
Sob as bênçãos do prefeito Carlos Eduardo, amigo-vizinho de Robinson.
O vice-governador está nos Estados Unidos.
Há quem diga que ele fez uma viagem na pior hora da política.
Volta para Natal no dia 2…
E Henrique ainda não desistiu de conversar com ele.
É por isso que a repito o que disse a fonte fria e calculista do Blog: “Essa chapa ainda vai dar confusã
fonte: http://www.thaisagalvao.com.br/?s=

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