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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

GIRO POLÍTICO DE HOJE:

MAIS UMA VITÓRIA PARA CLAUDIA REGINA:

Mais uma vez os juízes do TRE adiaram os recursos e processos contra a prefeita de Mossoró que já foi cassada por 8 vezes e continua no poder e pelo andar da carruagem já mais vai sair, não se sabe o que está acontecendo no TRE, só se sabe que nada acontece de fato, parece que nesses casos o crime compensa.


(DO BLOG BARAÚNA EM DIA)

ESPECULAÇÕES - Com a demora nas decisões judiciais das questões de Baraúna, há indícios de grupos se articulando com vistas a possibilidade de uma nova eleição.

SEM FÉ - muita gente já não tem mais tanta certeza de que o quadro da politica local possa ser revertido. 


Ministro Garibaldi Filho e deputado Gustavo Fernandes pedem que Banco do Brasil reabra agência de Apodi

        Acompanhado do deputado e primeiro secretário da Assembléia Legislativa, Gustavo Fernandes (PMDB), e de vereadores e comerciantes de Apodi, o ministro Garibaldi Filho foi ao gabinete do superintendente do Banco do Brasil no Rio Grande do Norte, Sérgio Luis Cordeiro.
O grupo foi solicitar a reativação dos serviços do Banco do Brasil no município, suspensos desde 12 de novembro, quando bandidos explodiram e assaltaram a agência.
A audiência foi solicitada pelo deputado Gustavo.
Também participaram da audiência os deputados Walter Alves (PMDB), Gilson Moura (Pros) e George Soares (PR).

Sérgio Cordeiro disse que o banco está avaliando as condições da agência para definir quando a mesma será reaberta.

 

 

VALDEMAR E HENRY COGITAM RENÚNCIA E AMIGOS SUGEREM A GENOINO FAZER O MESMO.

À espera da ordem de prisão que será expedida pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa, os deputados Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT) informaram a correligionários que cogitam renunciar aos respectivos mandatos. Amigos do deputado José Genoino (PT-SP), no momento em prisão domiciliar provisória, o aconselham a fazer o mesmo.
Diferentemente de Valdemar e Henry, Genoino não parece, por ora, propenso abdicar do mandato. Insiste no pedido de aposentadoria por invalidez. E manda dizer que, se for alvejado por um processo de cassação, pretende reivindicar o direito de fazer sua própria defesa no plenário da Câmara.
Os adeptos da renúncia de Genoino argumentam que os constrangimentos a que ele estará sujeito não valem o esforço. Primeiro porque a novidade do voto aberto em processos de cassação, a ser promulgada nesta quinta-feira, inibe o corporativismo que leva às absolvições. Segundo porque os mandatos parlamentares se encaminham para o final.
Com a simpatia explícita de outras legendas, o PT manobrava para obter a aposentadoria de Genoino antes da abertura do processo. Porém, os médicos da Câmara que o examinaram concluíram que sua cardiopatia não é grave e que o pijama de inválido não orna com seu quadro clínico atual. Prorrogaram a licença médica por 90 dias e marcaram nova perícia médica para 25 de fevereiro de 2014.
Com isso, abriu-se o caminho para que a Mesa diretora da Câmara abra o processo contra Genoino. A reunião deveria ocorrer nesta quinta. Mas foi adiada para a próxima terça sob a alegação de que o quórum não estaria completo –um deputado viajou para enterrar a sogra, outro vai operar o joelho, um terceiro tirou o dia para celebrar o aniversário.
Dos sete membros da Mesa apenas dois são do PT. Devem argumentar que a Câmara não pode abrir processo contra deputado ausente por licença médica. Se a decisão tivesse de ser tomada hoje, prevaleceria na Mesa o entendimento de que uma coisa nada tem a ver com a outra.
Os partidários da renúncia recordam que, apeando do mandato, Genoino fará jus a uma aposentadoria proporcional de cerca de R$ 20 mil. Não valeria a pena esticar sua estadia nas manchetes, de ponta-cabeça, para obter o contracheque integral, de R$ 26,7 mil.
Se optar por guerrear pelo adicional de R$ 6,7 mil, Genoino atravessará um calvário intermitente. Vai às manchetes na abertura do processo. O caso descerá para a Comissão de Constituição e Justiça. Preside o colegiado um petista: Décio Lima (PT-SP). Vampiro cuidando de banco de sangue, dirão os observadores quando Décio indicar um relator companheiro para instruir o processo.
Além de Valdemar, Henry e Genoino há na Câmara um quarto mensaleiro condenado: João Paulo Cunha (PT-SP). Seu mandado de prisão não será expedido já. Talvez só saia no ano que vem. Há recursos por julgar. Ex-presidente da Câmara, João Paulo trancou-se numa depressão. Ainda não houve quem se animasse a puxar com ele uma conversa sobre renúncia.

Fonte: Josias de Souza
 
 

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