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quarta-feira, 27 de março de 2013

DE OLHO NO RN:

QUEDA DE 42% NO FPM CRIA DIFICULDADES PARA PREFEITOS.


A Tribuna do Norte destaca que o Fundo de Participação dos Municípios vai fechar março com uma queda recorde de 42,4% em relação ao mês anterior, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional. Para as cidades com até 10.188 habitantes, catalogadas pelo Tribunal de Contas da União como município 0.6, o repasse de março será de R$ 334 mil, já descontados os 20% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O valor praticamente é o mesmo de março do ano passado e o menor dos últimos cinco meses.
A queda já era esperada pelos prefeitos, mas não em patamar tão alto. “É a maior queda porcentual na comparação de um mês com o anterior dos últimos cinco anos”, disse ontem o presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Benes Leocádio, prefeito da cidade de Lajes, no sertão potiguar. Em entrevista ao Panorama Político, da Rádio Globo Natal, ele enfatizou que a situação é preocupante porque as finanças municipais já vinham em desequilíbrio desde o ano passado em função da crise econômica que obrigou o governo federal a promover desonerações em alguns produtos integrantes do rol de cobrança de tributos que engrossam o bolo do Fundo de Participação, como é o caso dos automóveis e de eletrodomésticos da linha branca.
Fonte: Robson Pires
 
 

PMDB QUER PRIORIDADE NA VOTAÇÃO DA MATÉRIA QUE PROPÕE O FIM DAS COLIGAÇÕES NAS CHAPAS PROPORCIONAIS.

O líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ) propõe que, primeiro, sejam votadas as matérias que envolvam mudança na Constituição – como o fim das coligações. O DEM, conforme explicitou o líder Ronaldo Caiado (GO), entende que, primeiro, deve-se votar o mesmos complicado; isto é, aquilo que depende de projeto de lei e não de emenda à Constituição.
Já o relator Henrique Fontana deixou claro o entendimento de que, em matéria de reforma política, nada é consensual. Ele teve o cuidado de evitar fazer do relatório, uma defesa de suas posições pessoais ou, mesmo, uma defesa de posições do seu partido. Mas, concorda com o presidente Henrique Eduardo Alves em que, depois de tantos anos de debate, é importante que a reforma seja votada.

Fonte: Marcos Dantas
 
 
 

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