QUEDA DE 42% NO FPM CRIA DIFICULDADES PARA PREFEITOS.

A Tribuna do Norte destaca que o Fundo de Participação dos Municípios
vai fechar março com uma queda recorde de 42,4% em relação ao mês
anterior, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional. Para as cidades com
até 10.188 habitantes, catalogadas pelo Tribunal de Contas da União como
município 0.6, o repasse de março será de R$ 334 mil, já descontados os
20% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de
Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O valor praticamente
é o mesmo de março do ano passado e o menor dos últimos cinco meses.
A queda já era esperada pelos prefeitos, mas não em patamar tão alto. “É
a maior queda porcentual na comparação de um mês com o anterior dos
últimos cinco anos”, disse ontem o presidente da Federação dos
Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Benes Leocádio, prefeito da
cidade de Lajes, no sertão potiguar. Em entrevista ao Panorama Político,
da Rádio Globo Natal, ele enfatizou que a situação é preocupante porque
as finanças municipais já vinham em desequilíbrio desde o ano passado
em função da crise econômica que obrigou o governo federal a promover
desonerações em alguns produtos integrantes do rol de cobrança de
tributos que engrossam o bolo do Fundo de Participação, como é o caso
dos automóveis e de eletrodomésticos da linha branca.
Fonte: Robson Pires
PMDB QUER PRIORIDADE NA VOTAÇÃO DA MATÉRIA QUE PROPÕE O FIM DAS COLIGAÇÕES NAS CHAPAS PROPORCIONAIS.
O líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ)
propõe que, primeiro, sejam votadas as matérias que envolvam mudança na
Constituição – como o fim das coligações. O DEM, conforme explicitou o
líder Ronaldo Caiado (GO), entende que, primeiro, deve-se votar o mesmos
complicado; isto é, aquilo que depende de projeto de lei e não de
emenda à Constituição.
Já o
relator Henrique Fontana deixou claro o entendimento de que, em matéria
de reforma política, nada é consensual. Ele teve o cuidado de evitar
fazer do relatório, uma defesa de suas posições pessoais ou, mesmo, uma
defesa de posições do seu partido. Mas, concorda com o presidente
Henrique Eduardo Alves em que, depois de tantos anos de debate, é
importante que a reforma seja votada.
Fonte: Marcos Dantas
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