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Estão
definidos os jogos da Copa das Confederações que acontecerão na Arena
Castelão, em Fortaleza. Neste domingo (10), a Nigéria se sagrou
tricampeã da Copa Africana de Nações e enfrentará a Espanha…
PAPA BENTO XVI ANUNCIA RENÚNCIA AO PONTIFICADO.
O papa Bento XVI anunciou, nesta
segunda-feira, que renunciará em 28 de fevereiro, durante um discurso
pronunciado em latim durante um consistório do Vaticano, informou um
porta-voz da Santa Sé.
"O papa
anunciou que renunciará a seu ministério às 20h (16h de Brasília) de 28
de fevereiro. Começará assim um período de 'sede vacante'", afirmou o
padre Federico Lombardi, em um anúncio praticamente sem precedentes na
Igreja Católica.
Fonte: Veja/Agências Efe e AFP
"ACREDITO QUE ROSALBA VAI ULTRAPASSAR O ÍNDICE DA PREFEITA DE NATAL", DECLARA FÁBIO FARIA.
O
deputado federal Fábio Faria (PSD) foi eleito na semana que passou o
segundo vice-presidente da Câmara dos Deputados. Com esse cargo, ele tem
as funções de corregedor da Casa. Nesta entrevista, ele aborda esta
conquista e a situação política do Rio Grande do Norte.
A quê o senhor credita essa conquista de segundo vice-presidente da Câmara dos Deputados?
Primeiramente,
à força do nosso partido, o PSD, que é um dos mais jovens do Congresso
Nacional e está conquistando espaço na mesa diretora como a terceira
legenda de maior representatividade na Câmara dos Deputados.
Conquistando o espaço que merece, passando a participar ativamente de
todas as decisões da Casa.
Como o senhor pode ajudar o Rio Grande do Norte nessa nova função?
O
Rio Grande do Norte é um dos estados com menor número de deputados
federais e o mais bem representado na Câmara, com o presidente, deputado
Henrique Eduardo Alves, e conosco na segunda vice. Nosso Estado foi
respeitado na eleição desta nova mesa e teremos melhores condições de
lutar pelos pleitos dos municípios potiguares. Como um dos
vice-presidentes da Casa, temos voz nos debates sobre as políticas
públicas que serão implementadas, vamos defender enfaticamente
investimentos para os municípios, a liberação de emendas parlamentares, a
priorização de projetos de interesse do nosso Estado.
O senhor foi eleito pelo PMN e
migrou para o PSD. O que mudou no seu potencial político nas questões
internas da Câmara desde então?
O
PSD é um partido que já nasceu grande, nasceu forte, impondo à Casa uma
consideração especial pela sua representatividade, tanto quantitativa
quanto qualitativa. A partir deste biênio, teremos direito, além da vaga
de segundo vice-presidente, à presidência de duas comissões. E essa é a
prova do reconhecimento à nossa legenda. Nossa migração do PMN, do qual
fui líder por duas ocasiões, para o PSD, sem ter mudado nossas
premissas políticas, nos permitiu vivenciar uma atuação parlamentar bem
mais significativa. Inclusive pela minha posição de primeiro vice-líder
do novo partido com mais de 50 deputados. As discussões dentro da
bancada são mais consistentes, as matérias debatidas amplamente antes da
votação em Plenário. O PSD já chega para as votações com uma posição
muito bem definida e sólida.
Nesses dois mandatos, o que o senhor destaca de mais importante em sua atuação parlamentar?
Sempre
tive atuação destacada nas áreas do turismo e do esporte, sendo membro
titular da Comissão de Turismo e Desporto nos últimos seis anos (cada
deputado só pode participar de uma Comissão Permanente). E nossa defesa
de políticas públicas de combate às drogas, especialmente ao crack,
também foi muito enfática nesse período, com a realização de seminários
em todos os estados, a participação na Comissão Especial de Combate às
Drogas, e em debates com órgãos do governo federal para a implementação
de projetos que visam a prevenção, atendimento aos usuários e combate ao
tráfico. Mas o trabalho do parlamentar, especialmente como vice-líder
de um grande partido como o PSD, exige muita dedicação à análise das
matérias que tramitam na Casa, tanto nas comissões quanto em Plenário.
Vindo para a política local. Qual a sua avaliação do Governo Rosalba Ciarlini?
Minha
avaliação é a mesma de cada cidadão do Rio Grande do Norte. O governo
não tem planejamento e não tem nenhuma condição de governar um Estado
que vai receber a Copa do Mundo, é promissor e vem despontando pela sua
localização geográfica, população e sua história. Mas o governo não
consegue pegar um gancho que alavanque o nosso Estado. É uma pena.
Viemos de uma prefeita que foi daquela forma. Agora temos uma
governadora que é a pior avaliada do país. Acredito que Rosalba vai
ultrapassar o índice da prefeita de Natal. A prefeita saiu com um índice
histórico de 95% de desaprovação. Rosalba já está com 86% na capital
com apenas dois anos de governo. Isso é um fato para ser estudado.
O senhor foi convidado a colaborar com o governo com emendas alguma vez desde que DEM e PSD romperam?
Todos
os anos tenho destinado emendas individuais e também indicado minha
emenda de bancada para a Universidade do Estado do RN - Uern. Não é um
pleito da governadora, nem do governo, é um pleito da educação do Rio
Grande do Norte que faço questão de atender. A nossa Universidade tem
quase 50 anos e é um importante instrumento de formação profissionais da
população estadual. No ano passado, conseguimos empenhar emenda de
minha autoria que permitirá a implantação de um novo campus da Uern na
cidade de Apodi. Um investimento da mais alta importância para toda a
região do Vale do Apodi, que todos os dias envia centenas de estudantes
para cursar o ensino superior em Mossoró.
Como o senhor analisa a posição do presidente da Câmara Municipal, Francisco José Júnior, que migrou para a base aliada do DEM?
Eu
não conversei ainda com o presidente. Eu entendo que ele fez uma
composição multipartidária, fazendo com que ele fosse eleito presidente
da Câmara assim como Henrique que foi eleito presidente com o apoio do
PSDB, do DEM e outros partidos. Fiquei de conversar com ele a respeito.
Acho que a posição dele em relação a Mossoró é de que forma for uma
outra no Estado é diferente.É isso que iremos aguardar. Quero ouvir o
presidente, que já votou em mim duas vezes. Temos um amizade muito
grande, respeito, compreensão, então nos próximos dias estaremos
marcando uma boa conversa.
Para 2014, o seu pai (o
vice-governador Robinson Faria) é cotado para disputar o governo do
Estado. Em que estágio está as articulações?
Estamos
num estágio inicial. A campanha de 2012 terminou. O momento é de
movimentações, é hora de conversar com as bases, formar alianças, se
apresentar ao povo do Estado porque a eleição para governador é
circunstâncias. É preciso estar disciplinado para percorrer o Rio Grande
do Norte. Ele é o único nome entre os cotados que nunca disputou a
eleição majoritária, portanto, é o mais desconhecido entre eles. Eu vejo
que ele está no rumo certo, mas ainda tem muitas articulações e outras
coisas que não estão definidas.
Se o PMDB chegar para a oposição e quiser impor a indicação do candidato ao governo. Como o senhor avaliaria isso?
Não
existe imposição em política. Dessa forma ninguém constrói nada. O nome
imposto a população não aceita. Isso já aconteceu em Natal em eleições
anteriores, já aconteceu no Estado. A classe política já teve uma aula
sobre isso. Nenhum pode deixar de ser cogitado, mas também não pode ter o
nome imposto de cima para baixo que aí pode até ser que o grupo acate,
mas a população não acate. Não acredito nessa imposição até pelo
amadurecimento do PMDB.
O senhor disputará a reeleição em 2014?
Sou
deputado federal e quero continuar deputado federal. Tenho dezenas de
projetos tramitando na Câmara e busco a aprovação destes e a
apresentação de muitos outros que venham a garantir a melhoria da
qualidade de vida dos brasileiros. Acredito que estamos conseguindo
cumprir o nosso papel com honra e muita responsabilidade.
Bruno Barreto - Editor de Política/ O Mossoroense
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
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