História de hoje: O calçamento que nunca saiu...
Já que o lado de lá gosta tanto de desenterra o passado e eu gosto de contar histórias vou lhes contar uma que aconteceu num passado bem recente sobre uma administração que hoje quer voltar a ativa, no final do 1º mandato de Zé Araújo e inicio do primeiro mandato de Gilson, este blogueiro que vos escreve era presidente do grupo de jovens de Juremal e já era engajado na política local, como eu fazia parte do movimento jovem católico e em Juremal só existia calçamento na entrada da comunidade e retornando pelo mesmo canto, sendo este feito por José Agripino então governador, e no inverno era quase que impossível transitar principalmente até a igreja católica a qual o grupo de jovens se reunia, decidi tomar uma atitude e junto ao grupo de jovens fizemos uma campanha para tentar resolver pelo menos o problema da falta de calçamento até a igreja católica, na campanha que fizemos tivemos o apoio do conselho comunitário que nos cedeu o trator para ajudar, minha família tinha uma pedreira em seu terreno de onde se retiravam pedras de calçamento, então resolvemos falar com os trabalhadores que retiravam pedras lá e abrimos mão da parte em dinheiro que nos era dado por milheiro de pedra tirada e começamos a cobrar o furo como era chamada, em vez de dinheiro passamos receber paralelepípados e doamos a comunidade para que se calçassem as ruas, o trator do conselho encarregou-se de transportar as pedras até as ruas da comunidade, e assim foi feito e espalhada diversos milheiros de pedras nas ruas, dai precisaríamos da contra partida da prefeitura para que o calçamento fosse construído, falamos como então prefeito Gilson Professor que se comprometeu em construir, 4 longos anos se passaram e nada foi feito, as pedras entulhavam as ruas e a própria população começou a levar pedras para suas casas já que não se fasia o calçamento, nas eleições Gilson candidato a reeleição esteve em Juremal e novamente cobramos o calçamento e mesmo novamente se comprometeu em construir, ganhou as eleições passaram-se quase dois anos e ele novamente esteve em juremal pedindo votos para seus candidatos ao governo do estado e deputados, eu trabalhava na época para os mesmos candidatos que ele e numa dessas visitas em Juremal novamente cobrei o calçamento, Gilson sorridente me disse com essas palavras "política tem que ser feita com estratégias, não adianta fazer calçamentos e obras na zona rural pois elas não aparecem, se quisermos ganhar eleições temos que fazer alguma coisa na cidade de preferência no centro pois ai sim as obras aparecem e todos vêem e votam em quem quisermos", e assim o fez, dias depois encostou um caminhão da prefeitura e levou as pedras para Baraúna, não sei para que rua, só sei que as pedras que lutamos tanto para conseguir serviram para a cidade e não para Juremal, Gilson foi o único prefeito da história de Baraúna que nunca botou nenhuma pedra se quer na zona rural e nunca fez obra alguma em Juremal, analisem se merecemos voltar a esse passado? Cruz em Credo...
Pois é Gelcione, é esse povo que quer volta a "administrar" a cidade, gente que por muito tempo fez o minimo por nossa cidade, e o máximo por sua própria família,em uma época em que Baraúna viveu um período de estagnação econômica e social quase que irreparável, é inconsebivel uma situação onde meia duzia de pessoa se beneficiava em detrimento de toda uma população que o pouco que recebia era convertido em favor eterno a essa família que sempre usou para si recursos que deveria ser para o povo. agora tentam voltar e de inicio já temos uma previa de mentiras e enganações (artimanhas dominadas por eles) utilizadas sem escrúpulos para forjar uma candidatura laranja, já que sabemos ser essa a proposta real, para reerguer uma família que comprovadamente nem administrar um patrimônio gigantesco milagrosamente adquirido em pouco tempo e sem muito esforço conseguem.
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