
Além do Grupo Mizu, de Santa Catarina (SC), Baraúna se prepara agora para receber outro grande investidor: É o Grupo Ical, de Minais Gerais (MG). Mizu e Ical em Baraúna credenciam região a lutar por uma ferrovia interligando a Transordestina, no Quixadá.
A previsão de investimento do grupo Ical é de R$ 300 milhões e a expectativa é gerar 200 empregos diretos e outros 1000 indiretos. O protocolo de intenções será assinado segunda-feira (11), às 11h, na Governadoria, em Natal, pelo Governo do Estado.
O investimento do Grupo Mizu na fábrica de cimento que já está produzindo e na indústria de Cal são de aproximadamente R$ 850 milhões até 2015. A expectativa dos empresários é gerar 4 mil empregos diretos e 10 mil indiretos, 50% da população de Baraúna.
A Mizu anuncia em seu site que vai produzir 200 mil toneladas de cal/ano a partir de 2012 e atualmente já produz 1,1 milhão/ano de toneladas de cimento. Porém a meta da Mizu Cimentos é, até 2015, produzir 3,3 milhões de toneladas de cimento por ano.
Sobre a Ical, o governo Rosalba, ao assinar o Protocolo de Intenções, se compromete com o incentivo do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial (PROAD) e à implantação de pavimentação, energia elétrica, água, esgoto, limpeza pública e coleta de lixo.
O Governo também vai disponibilizar gás natural até a comunidade rural de Boa Sorte, que fica nos limites da futura fábrica de cal da Ical, em Baraúna. Já a Fábrica da Mizu Cimentos fica na localidade Velame. As três indústrias vão mudar a economia de Baraúna.
Estes dois investimentos em Baraúna, somados com a ZPE do Sertão em Assu e as indústrias já instaladas em Mossoró, credenciam a região Mossoro/Assu para lutar por uma ferrovia interligando a Transnordestina, no Quixadá (CE), considerando que a produção tanto de cimento como de cal será para atender a demanda de consumo de vários estados brasileiros.
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